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Medicina

A mais concorrida carreira da área de Biológicas, a Medicina é a mais nobre das profissões: a arte de prevenir e curar doenças.

O estudo das causas das enfermidades, a pesquisa dos meios para combate-las, a busca pela melhoria dos padrões de saúde da comunidade tornam o médico um profissional voltado à causa social que é a Saúde.

Através de exames, o médico pode prescrever ao paciente a medicação necessária ou submetê-lo a tratamentos mais intensos como as cirurgias.

O bom Médico não pára de estudar nunca. Vive em congressos, participa de pesquisas acadêmicas, escreve artigos científicos, faz cursos e leitura constante de revistas especializadas. Além do estudo e da especialização, é preciso ter o dom. Quem não tem mão, deve ficar longe dos bisturis. Quem acha que os exames resolvem tudo, talvez precise fazer um curso complementar de Psicologia, já que o bom Médico sabe interpretar o que ouve. Uma boa conversa pode valer mais do que um punhado de exames - de cada 10 diagnósticos, 08 podem ser resolvidos durante uma entrevista bem feita coisa que os recém formados só irão aprender com o tempo, pois o tempo faz o bom médico. Atualmente, com o aumento da expectativa devida, cresce a procura pelas especialidades relacionadas à velhice: Geriatria, Cardiologia, Oncologia, Ortopedia. Outras áreas em expansão são aquelas sob o domínio de alta tecnologia como Oftalmologia e alguns tipos de cirurgia.

O profissional desta área precisa ter perseverança, dedicação ao próximo, interesse pela melhoria dos padrões de saúde, presteza no trato para com os pacientes, habilidade manual e cirúrgica e sociabilidade acentuada.

Modalidades: Medicina do Trabalho (cuida de enfermidades próprias do ambiente de trabalho) Medicina Sanitária (trabalha em postos e Programas de Saúde junto ás populações de baixa renda), Medicina Legal, Medicina Esportiva, Medicina Preventiva e Bioengenharia.

Especializações: Ginecologia e Obstetrícia, Urologia, Nefrologia, Pediatria, Psiquiatria, Cardiologia, Pneumologia, Ortopedia e Traumatologia, Anatomia Patológica, Otorrino-Laririgologia, Endoscopia, Oftalmologia, Análises Clínicas, Radiologia (diagnóstico por imagem), Medicina Nuclear, Anestesia, Genética, Dermatologia, Clínica Cirúrgica, Cirurgia Plástica, Clínica Médica (Gastroenterologia, Proctologia, Neurologia, Geriatria, Oncologia, Endocrinologia)

Campos de atuação: Hospitais, Clínicas, Empresas Clubes, Escolas, Pesquisa.

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(PUC-RJ) Entre os séculos XVI e XIX, o embarque forçado de africanos para a América, onde seriam utilizados como escravos nas plantações e minas das colônias, constituiu uma das formas mais vis de transferência de população em grande escala para o Novo Mundo. Embora várias regiões americanas tenham se beneficiado do trabalho escravo, três delas se destacaram como as principais receptoras dos maiores contingentes africanos importados pelas Américas. A partir do dito acima, assinale a afirmação INCORRETA:

Os maiores plantéis escravistas nas Américas, durante o período colonial, estiveram associados à América portuguesa, ao Caribe espanhol e às colônias inglesas do sul, na Virgínia.
O tabaco, a cana-de-açúcar, o algodão e o café constituíram monoculturas fortemente presentes nos principais momentos de expansão da lavoura escravista nas Américas.
No século XVIII, o tráfico negreiro foi intensificado para as Américas, sob o comando dos principais mercadores ingleses de Londres, Liverpool e Bristol.
A abolição do tráfico, em 1807, pelo Parlamento inglês, ocorreu devido a importantes pressões de protestantes ingleses evangélicos e de Quakers, que viam em William Wilberforce o seu maior ativista.
A França e a Inglaterra, a partir do Tratado de Paris, de 1814, tornaram o comércio de escravos "incompatível com os princípios da justiça natural" e aboliram a escravidão em suas colônias americanas.