Veja dicas para entrar na faculdade sem dívidas

Veja dicas para entrar na faculdade sem dívidas

Publicado em 08/02/19

Mais de 4,1 milhões de brasileiros prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em busca de garantir uma vaga no Ensino Superior via Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que ofertou 235 mil vagas em 129 universidades públicas ou por meio do Programa Universidade Para Todos (Prouni), que ofereceu mais de 243 mil bolsas de estudo integral e parcial de 50% em faculdades privadas. E também ao Financiamento Estudantil (Fies), com inscrições abertas de 7 a 14 de fevereiro.

Após o encerramento das inscrições ao Sisu e Prouni e com as restrições do Fies que o torna menos atrativo, este é um momento crucial para muitos estudantes que não alcançaram seus objetivos iniciais e terão de procurar alternativas para garantir o ingresso ao Ensino Superior ainda este semestre sem um endividamento superlativo.

O que boa parte não sabe é que existem opções, uma vez que a maioria das instituições de ensino privadas estará com o período de matrículas aberto até meados de fevereiro. Milhares de instituições oferecem bolsas que podem chegar a 75% de desconto, por meio do site www.querobolsa.com.br - principal plataforma de inclusão de alunos no ensino superior. "A maioria das faculdades aceita a nota obtida pelo aluno no Enem para ingresso no curso. Caso o estudante não tenha feito Enem, ele pode optar pelo processo de seleção da própria instituição" orienta Pedro Amâncio, analista de Ensino Superior do Quero Bolsa.

Com este benefício, o aluno garante o percentual de desconto na mensalidade até o final da graduação. "O benefício é real e está à disposição de todas as pessoas, sem nenhum tipo de burocracia ou comprovação de renda", afirma ele. Estas bolsas de estudo são sempre opções melhores do que financiar a faculdade por meio do Fies ou outras modalidades de financiamento, pois o aluno tem desconto na mensalidade e não acumula dívida para pagar depois de formado.

"Quando o aluno escolhe financiar, as instituições cobram o preço da mensalidade sem a aplicação de nenhum desconto, desse modo, mesmo o Fies com juro zero apresenta um acréscimo quando comparado a uma bolsa de estudo. Segundo levantamento feito pela Controladoria Geral da União (CGU), essa diferença é de, no mínimo, 20% e pode chegar a 100% em alguns casos", explica o especialista.

"O uso do financiamento só deve ser visto como uma possibilidade quando o estudante não tem condição de arcar com a mensalidade durante o curso, nem mesmo com a bolsa de estudo", completa Pedro Amâncio. Neste caso, é importante o aluno avaliar se o curso oferece boa empregabilidade, uma vez que terá que iniciar o pagamento das parcelas do financiamento assim que se formar. O ideal é obter um estágio durante o curso e se esforçar bastante para ser admitido assim que se formar, desse modo, ele evita o risco de ficar inadimplente e acumular no início da carreira profissional uma dívida difícil de ser paga.

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