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Dicas de Preparação

Como escolher uma boa universidade

Confira alguns pontos que podem ajudá-lo no meio de tanta opções

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Confira alguns pontos que podem ajudá-lo no meio de tanta opções

16/08/2005

Nos últimos anos o número de vagas no ensino superior cresceu de forma vertiginosa. Isso se deve à expansão de algumas instituições e ao surgimento de novas universidades. De acordo com o último senso educacional (2002), são 1.637 instituições em todo o Brasil, com uma oferta de 14.399 cursos. Esse crescimento exorbitante está culminando em resultados muitas vezes desagradáveis como a existência de universidades não regulamentadas, a mercantilização do ensino e a disputa, cada vez mais acirrada, das instituições para conseguir um número maior de estudantes (e conseqüentemente engordar o cofre preocupando-se mais com a quantidade e menos com a qualidade).

Por conta disso, surge aquela enorme dúvida na cabeça dos vestibulandos: “Como escolher uma boa universidade?” Para ajudar, listamos abaixo alguns pontos principais que podem ajudá-lo:

Qualidade do corpo docente
Veja qual a qualificação do corpo docente. A relação de mestres e doutores irá certificar a qualidade dos seus professores e do curso escolhido. Quanto mais professores tiverem diploma de pós-graduação e mestrado ou doutorado, mais bem preparados estarão para dar uma aula de boa qualidade.

Instalações Físicas
Visite sua futura faculdade. Conheça as instalações do campus, como salas de aula, biblioteca, laboratórios e também as áreas comuns (lazer, praça de alimentação, etc.). Uma boa estrutura física também influencia no processo de aprendizagem. Se a universidade preocupa-se com suas instalações, isso é um bom sinal de que também se preocupará com o ensino.

Aceitação no Mercado de Trabalho
Procure saber qual o valor do seu diploma no mercado de trabalho. O diploma de uma boa faculdade não é a garantia de um emprego, mas será um grande diferencial no início de sua carreira profissional.

Convênios
Muitas instituições possuem convênios de pesquisa com empresas e universidades de outros países. Participar destes projetos pode, além de ampliar sua rede de contatos, abrir novas possibilidades de cursos ou trabalho no exterior.

Credenciamento
Verifique se o curso de seu interesse é reconhecido, ou autorizado (no caso de cursos mais recentes) pelo Ministério da Educação (MEC). Procure saber também qual a sua avaliação no Exame Nacional de Cursos (Provão) e no Enade. (clique aqui para conferir as notas no site do MEC)

Agora que você já sabe como escolher uma boa universidade, veja os fatores pessoais que também devem ser considerados para tomar uma decisão correta:

Custos
Você passou em uma instituição pública e terá que mudar de cidade? Não esqueça de considerar os custos de moradia, alimentação e transporte. Às vezes fica mais caro mudar para outro lugar do que estudar em uma instituição particular na sua própria cidade.

Preço
Você vai estudar em uma faculdade particular? Não esqueça de conferir os valores das mensalidades e se você tem condições de pagar pelo curso. Neste sentido observe também as possibilidades de conseguir uma Bolsa de Estudos. Muitas instituições concedem bolsas para estudantes, em troca de estágios na própria instituição!

Localização
Se você está em dúvida entre duas instituições de mesmo nível, escolha a que está situada mais próxima de sua residência ou trabalho. Assim o desgaste de locomoção será menor, principalmente se você mora em uma cidade grande.

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Dicas para dominar o tempo e se dar bem nos Vestibulares

Organizar o tempo que é estimado para avaliação está entre os segredos para um bom desempenho final

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Dicas para dominar o tempo e se dar bem nos Vestibulares

Fim do ano chegando e com ele o período de festas. No entanto, para os estudantes, novembro e dezembro são sinônimos de muita dedicação para as provas que decidirão o seu futuro: os vestibulares.

Nesta contagem regressiva, se você faz parte do time que ainda está aguardando o grande dia chegar, não se desespere! Ainda dá tempo de traçar algumas estratégias para ir bem nas provas.

Então, para não deixar nenhuma questão em branco por conta do tempo e, assim, garantir uma boa nota, o Orientador Educacional, Marcos Lanner, do colégio Augusto Laranja, destaca três métodos que podem ser aplicados no dia da prova. Confira!

Controle o tempo de prova

Nesta altura do campeonato o aluno já deve ter checado o edital do vestibular, mas, se ainda não, é fundamental estar inteirado sobre o modelo da prova que irá fazer. Obter informações que em um primeiro instante parece simples pode fazer toda a diferença para o dia da avaliação como, por exemplo, quantidade de questões e a duração total.

Feito isso, de acordo com Marcos, o próximo passo é organizar o tempo estipulado para cada resposta. A Fuvest, por exemplo, tem 90 questões e 5 horas de prova. Se você tirar meia hora para o preenchimento do gabarito – o que seria o indicado – restará apenas 4 horas e meia.

Ou seja, para não se perder no tempo, é importante ter em mente quantos minutos em média você pode gastar em uma questão. Neste caso, ao dividir o tempo pela quantidade de perguntas, tudo o que se tem é uma média de 3 minutos para cada pergunta.

“É claro que algumas perguntas demandam mais tempo e outras menos, afinal, todo vestibular possui uma distribuição de questões fáceis, médias e difíceis”, aponta Lanner. O segredo está em dedicar o tempo de qualidade da prova, ou seja, as primeiras horas, às questões fáceis e médias, deixando para o final as questões difíceis.

Para ficar mais claro, segue um exemplo, tomando por base a Fuvest: supondo que a prova conte com 25% de questões difíceis, o aluno deverá responder em torno de 67 questões nessa primeira leitura, e pular 23. Se aplicarmos a conta do tempo médio de 3 minutos por questão para essas 67 questões respondidas, ele deverá terminar a primeira leitura do gabarito com aproximadamente 3 horas e meia de prova, sobrando 30 minutos para preenchimento do gabarito e 1 hora para “brigar” com as questões difíceis.

“Este cálculo pode ser utilizado em qualquer outro vestibular. Contudo, nesta estratégia, é preciso reservar um tempo de qualidade para o gabarito, pois, afinal, todo o trabalho e esforço da vida acadêmica do aluno estão nesta folha e não dá para correr o risco de perder pontos apenas pelo preenchimento errado”, destaca o orientador.

Saiba por onde começar

De acordo com o profissional, o que não dá para fazer no dia da prova é abrir o caderno e começar respondendo o que vê pela frente. A recomendação é que o vestibulando planeje antecipadamente a ordem das disciplinas que pretende resolver.

Posto isso, você pode se perguntar: será melhor começar pelas matérias que tenho mais facilidade ou as que tenho mais dificuldade?

Para o orientador, começar pelas que aparentemente são ditas como as mais fáceis, ou que você tem total convicção do seu domínio, pode ser um ‘tiro no pé’. Ele ressalta que não é interessante que o aluno comece a prova pela matéria que ele se garante. Isso porque, se encontrar dificuldades em resolver as questões que ele acreditava ter competência pode gerar uma sensação de frustração.

“Nestas circunstâncias, o aluno pode pensar: se nem na matéria que sou bom eu estou indo bem, imagine como será o resto da prova. Pensamento esse que vai abrir espaço para insegurança e, consequentemente, prejudicar o seu desempenho final”, explica Lanner, que também é psicólogo. “Sendo assim, o ideal é que o aluno escolha uma matéria que ele tenha dificuldade média.” Caso ainda se sinta perdido quanto a qual matéria começar, o orientador dá uma sugestão: como a disciplina de Língua Portuguesa demanda mais tempo de leitura e atenção, além de ser uma disciplina média para muita gente, uma boa dica é começar por essa matéria.

Aposte nos treinos

Por fim, rumo à prática! Para que esses métodos de fato sejam úteis no dia da prova, nada melhor do que investir em treinamentos.

É válido ressaltar que essas dicas não devem ser aplicadas somente no dia da prova. “Não devemos inventar ‘roda’ no dia do vestibular. Essas estratégias devem ser exploradas no treino que antecede a prova e não somente testadas no dia da avaliação, pois o aluno precisa estar seguro em aplicá-las”, ressalta Lanner.

“E não se esqueça: nesta reta final, nada de maratonar os estudos para não se desgastar fisicamente e emocionalmente e correr o risco de chegar no dia da prova exausto”, alerta o profissional.

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Saiba as principais diferenças entre as provas da Fuvest, Unicamp e Enem

O especialista do SAS lista um breve resumo do que o candidato pode esperar de cada uma das provas e explica a diferença entre elas.

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Saiba as principais diferenças entre as provas da Fuvest, Unicamp e Enem

Entre novembro e dezembro, milhares de jovens farão as provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), além dos testes da primeira fase da Fuvest e da Unicamp. Apesar de todas serem voltadas para o ingresso no Ensino Superior, seus formatos são bem distintos e é fundamental que o vestibulando conheça as principais diferenças para conseguir organizar os estudos e ter um bom desempenho.

“É importante que o aluno saiba que a prova do Enem tem um mesmo padrão de dificuldade de um ano para outro, o que não acontece com os testes da Fuvest e da Unicamp, que lançam novos editais e matrizes de conteúdo anualmente. Além disso, o banco de itens (questões) do Enem – que é utilizado para elaboração da prova – não é alimentado há alguns anos, então o jovem não deve esperar que caiam questões relacionadas à pandemia, retirada das tropas americanas do Iraque, Olimpíadas 2021, entre outros assuntos recentes. Já nas questões da Fuvest e Unicamp, estes temas devem estar presentes”, explica Caê Lavor, diretor de Avaliações e Pré-universitário do SAS.

O especialista do SAS lista um breve resumo do que o candidato pode esperar de cada uma das provas:

Enem

O Enem é corrigido por TRI (Teoria de Resposta ao Item), o que garante uma parametrização da prova ano a ano. A matriz de conteúdo que rege o teste foi proposta em 2009 e é mais genérica. Além disso, há muitas questões que abordam assuntos do Ensino Fundamental. “Para responder as questões do Enem, o aluno não precisa decorar fórmulas, pois ela cobra mais habilidades e conhecimentos práticos. As questões são contextualizadas e trazem informações que ajudam o estudante a resolvê-las”, explica Caê.

Fuvest

As provas da primeira fase para ingresso na Universidade de São Paulo (USP) têm como base a teoria clássica de correção, ou seja, o número de questões acertadas indica a nota. Como um novo edital é lançado anualmente, o teste não tem o mesmo padrão de dificuldade ano a ano. Outra diferença em relação ao Enem é que a maioria das questões cobradas são do Ensino Médio e o aluno que decora fórmulas e acontecimentos históricos pode ter um desempenho melhor. “A prova da Fuvest é muito mais técnica e não tem a premissa de contextualizar as questões, como o Enem”, afirma o diretor do SAS.

Unicamp

As questões da primeira fase da Unicamp se assemelham às da Fuvest no que diz respeito ao grau de dificuldade, contudo são mais contextualizadas e trazem temas atuais com criticidade. A interdisciplinaridade é característica das provas da Universidade Estadual de Campinas. Caê Lavor explica que questões ambientais, econômicas e políticas costumam estar presentes nas provas.

Redações

Segundo o diretor do SAS, a redação das três provas também tem grandes diferenças: “O Enem cobra um texto dissertativo argumentativo desde 2009, então a única surpresa para o candidato é o tema que será proposto. Já a Fuvest e na Unicamp podem pedir diferentes gêneros textuais, então para ir mais preparado é importante conhecer todos eles”, indica.

A última diferença apontada pelo especialista é a cobrança de leituras obrigatórias para Fuvest e Unicamp. “Com relação às obras, vemos que a Fuvest tende a cobrar livros clássicos, enquanto a Unicamp pede composições mais modernas, como o álbum dos Racionais MC’s, no vestibular 2020”, finaliza Caê Lavor.

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10 dicas para ter um bom desempenho na redação do Enem

A pouco mais de dois meses para a aplicação do teste, redação ainda gera dúvidas e ansiedade. Professor do SAS Plataforma de Educação ajuda na preparação

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Como é atribuída a nota de redação no Enem?

A prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) será aplicada no dia 21 de novembro, para quem já está inscrito, e no dia 9 de janeiro de 2022, para isentos e ausentes no exame de 2020. Para auxiliar e tirar as dúvidas dos jovens que se preparam para essa importante etapa do Enem, o professor de Letras e coordenador de Integração Pedagógica do SAS, Vinícius Beltrão, lista algumas dicas para facilitar a produção do texto.

“A redação do Enem é temida por muitos estudantes, mas pode ser mais tranquila quando o vestibulando sabe como estruturar o texto. O tema é surpresa, mas o treino constante vai deixar o jovem mais confiante e preparado para abordar qualquer assunto. Entender o que os avaliadores esperam do texto, conhecendo detalhadamente o edital, é fundamental também”, explica o professor.

Veja abaixo 10 dicas para ter um bom desempenho na redação.

1.Ler os textos motivadores com atenção – “Esses textos servem para instrumentalizar o estudante, para situá-lo no contexto, na ideia a ser discutida. É importante refletir bastante com a leitura e, a partir disso, desenvolver seu raciocínio. Cuidado para não copiar ou parafrasear nenhum trecho, pois isso pode prejudicar na sua nota e, até mesmo, anulá-la.”

2. Ficar atento ao tema – “Fugir do tema é algo que pode acontecer sem que percebamos e é falha grave no Enem. Sabe aquela frase em negrito na proposta final? Para não esquecer sobre o que precisa discorrer, escreva-a no centro da sua redação, assim você estará ‘de olho’ o tempo todo e evitará tangenciar o tema. Não esqueça de apagar depois, ok?”

3. Conhecer o gênero cobrado na prova – “O gênero escolhido pelo Enem é o dissertativo-argumentativo. A tese deve ser estabelecida logo de início e desenvolvida a partir de fatos consistentes com uma proposta de intervenção ao final. Trazer qualquer outro gênero textual (crônica, poema, receita e outros) pode acarretar a anulação.”

4. Ter atenção ao tamanho da redação – “Poucas linhas ou muitas linhas? Depende do seu repertório e conhecimento do tema. Escrever menos de sete linhas é insuficiência de repertório, assim como ultrapassar as linhas estabelecidas, diminuir a letra no meio do caminho e outras peripécias também vão prejudicar. Procure organizar o seu texto em quatro ou cinco parágrafos: introdução/tese, dois ou três de argumentação/desenvolvimento e o último para a conclusão/proposta.”

5. Revisar as regras gramaticais – “Com certeza você demonstrou o seu conhecimento da norma culta ao longo de todo o exame, mas aqui você precisa ser impecável na escrita, isto é, atenção ao uso da pontuação, acentuação, grafia, concordância e termos adequados. Se precisar recorrer a alguma gíria ou termo incomum (estrangeirismo, por exemplo), destaque-o entre aspas para mostrar ciência e a intenção do uso. Não abuse, afinal 1/5 da sua nota depende disso.”

6. Organizar as ideias e argumentos que pretende apresentar – “A hora da organização é agora! Deixar as ideias claras e ordenadas é uma grande oportunidade para ter uma excelente nota. Lembre-se que cada parágrafo representa uma ideia e elas devem se relacionar entre si. É o que chamamos de coerência. Um exemplo fácil é o desenvolvimento: cada parágrafo deve trazer um fato, contexto ou ideia que sustente e justifique o seu posicionamento sobre o tema. Esgotou aquele argumento? O próximo deve vir em outro parágrafo.”

7. Estude a constituição brasileira – “Somos seres sociais vivendo numa sociedade cheia de desafios. Esse é o lema do Enem, um exame que provoca o estudante a pensar nos problemas e se posicionar criticamente diante deles. Assim, para não ser pego de surpresa, estude bastante a nossa constituição e os direitos humanos. Eles vão aparecer com recorrência nas questões e, na redação, sua posição e proposta de resolução da situação-problema devem ser pautadas nos princípios que os documentos propõem. Nada de discurso de ódio ou justificativas vazias.”

8. Lembre de propor uma solução ao problema indicado – “Concluir ou resolver? Resolver, sempre! Diferente de muitos vestibulares, a redação do Enem pede que você vá além da conclusão de ideias. Seu texto deve finalizar com uma proposta de intervenção, ou seja, o problema apresentado precisa de uma solução e não importa quanto tempo leve e/ou quantas pessoas envolva. Seja otimista ao enxergar solução para tudo, mas com cuidado para não propor algo utópico e impossível. É importante ser racional e consciente. A sugestão é responder a essas perguntas na hora de elaborar a proposta de intervenção: ‘o quê? quem? como? para quê?’. Não tem erro.”

9. Acompanhe o noticiário – “Pessoas que tem repertório tem o mundo nas mãos. A maravilha do nosso tempo é ter uma avalanche de informações na palma da mão a qualquer hora … e a preocupação é o que fazer com essas informações. Então, procure sempre se atualizar sobre tudo o que está ocorrendo, principalmente no Brasil. O tempo está corrido? Está difícil ler ou assistir a um telejornal? Hoje em dia temos podcasts e redes sociais com influenciadores e empresas que sintetizam as informações e facilitam o nosso corrido dia a dia. Cuidado na hora de selecionar quem vai seguir, pois alguns perfis podem trazer a informação já com algum juízo ou opinião disfarçados. Confie desconfiando e questione sempre!”

10. Deixe o título por último – “O título na redação do Enem é opcional, então você pode colocar na sua ou pode já iniciar seu texto. Se optar por usar título, saiba que ele conta como linha e, obviamente, deve representar sua redação. Vamos pensar nele como a embalagem de um presente. É interessante, chama a atenção, mas não é o principal. E tal como uma embalagem, já pensou como seria mais fácil pensar no título no final? Depois de escrever todo o texto ficará mais fácil enxergar um título adequado. Não sofra tentando escolher o título primeiro. Além de perder um tempo precioso, você pode se limitar no desenvolvimento do texto.”, conclui o coordenador do SAS.

Acompanhe aqui uma revisão gratuita para o Enem 2021.

Sobre o SAS Plataforma de Educação

SAS é uma Plataforma de Educação que, há quase duas décadas, oferece soluções educacionais de Excelência, de forma completa e integrada, para mais de 950 escolas parceiras em todo o Brasil. Entre suas mais diversas soluções, suas escolas parceiras contam com materiais didáticos atualizados, tecnologia educacional engajadora, avaliações digitais e presenciais com relatórios diagnósticos para professores e alunos, formação de corpo docente e equipe pedagógica e acompanhamento completo e personalizado por uma equipe de consultores pedagógicos.

Ao longo dos anos, as escolas SAS vêm acumulando excelentes resultados no ENEM, estando entre as escolas que mais evoluem no exame, segundo levantamento recente do Banco BTG Pactual. Além dos grandes resultados dos alunos SAS no ENEM e demais vestibulares, as soluções da plataforma auxiliam suas parceiras na conquista de seu maior objetivo: desenvolver cidadãos preparados para os desafios do mundo, por meio de uma formação integral, completa e de qualidade.

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