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Como são as universidades dos Estados Unidos?

A Universidade do Intercâmbio listou informações sobre o MIT, Harvard, Stanford, Pensilvânia e Yale

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Quando pensamos em Ensino Superior, a referência que nos vem à mente são os Estados Unidos, devido a excelência na educação, desde o high school até as universidades. De acordo com a QS World University Ranking deste ano, 10 das 20 melhores faculdades do mundo são americanas.

Tais dados instigam ainda mais o interesse daqueles que planejam estudar fora do país. A Universidade do Intercâmbio, que presta mentorias para pessoas que querem estudar ou trabalhar no exterior, separou algumas dessas universidades e os detalhes de cada uma delas e além disso o fundador da empresa, Matheus Tomoto, conta sua experiência como pesquisador em algumas delas.

“Essas faculdades tão renomadas mudaram completamente a minha vida. O mais interessante, é que mesmo eu não tendo tanta experiência na primeira vez que eu apliquei para trabalhar com pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico em laboratórios de ponta nos Estados Unidos, eu passei. Como no MIT, Harvard, Stanford e Yale, por exemplo. De cara, o que mais me chamava a atenção era o dia a dia dentro dos laboratórios e o investimento que era feito em pesquisa de ponta, além da valorização do profissional que trabalha com tecnologia e ciência, principalmente no meio acadêmico”, diz Tomoto.

Como são as universidades dos Estados Unidos?

1. Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT)

“No MIT são centenas de laboratórios, todos com tecnologia de ponta. Lá eu trabalhei com inteligência artificial, submarinos autônomos. No laboratório ao lado do que eu ficava, estavam criando um robô Cheeta. Todos os dias eles faziam testes de velocidade, que chegava a atingir mais de 100km por hora. Do outro lado estavam desenvolvendo robôs humanoides capazes de ficar em pé, carregar peso, pular e outras coisas. Foi um acesso a tecnologias que eu jamais imaginei ver na minha vida”, lembra Matheus Tomoto.

O MIT é considerado a melhor universidade do mundo, de acordo com o QS World University Rankings, e desde 2012 que vem mantendo esse posto. O campus fica na cidade de Cambridge, onde estão situadas 18 residências estudantis, cerca de 30 parques e jardins, além de obras de artes expostas por todo o local

Entre os profissionais que se formaram estão 41 astronautas e 16 cientistas-chefe da Força Aérea dos EUA. A escola também tem uma forte cultura empreendedora, tanto que juntas, as receitas anuais de empresas fundadas por ex-alunos da universidade resultam em cerca de 1,9 trilhão de dólares, o que representaria a décima maior economia do mundo. Atualmente, cerca de 21 mil pessoas se candidatam a uma vaga no MIT e apenas 1450, aproximadamente são aprovadas. Ao todo, 11,500 alunos frequentam o Instituto; desses 8% são intercambistas nos cursos de graduação e 44% nos cursos de pós.

2.Universidade de Stanford

Localizada a 56 quilômetros ao sul de San Francisco e cerca de 30 quilômetros ao norte de Sant Jose, norte da Califórnia. A área é sede do Google, Yahoo, Hewlett-Packard e muitas outras empresas de tecnologia.

Stanford possui um dos maiores campus universitários dos EUA. Um fato interessante sobre a universidade é que os estudantes podem morar na própria instituição. Ao todo, são 800 residências estudantis, divididas em simples aposentos até aquelas que oferecem programas culturais e de idiomas, bem como as fraternidade e irmandades universitárias, comumente conhecidas.

Stanford ocupa a segunda posição nas melhores universidades do mundo, sendo apelidada de ‘fábrica bilionária’. Isso porque diversos ex-alunos da instituição são tidos como os mais bem-sucedidos da sua área. Um dado curioso é que se todos os graduados formassem seu próprio país, ele seria umas dez maiores economias do mundo.

3.Universidade Harvard

“Em Harvard pude ver os drones mais atualizados do mercado, dos mais caros inclusive, todo o tipo de ferramenta, todo o tipo de eletrônico e um suporte impressionante. A gente nota que existe um carinho em fazer uma pesquisa científica e desenvolver uma tecnologia que vai ser utilizada, seja na iniciativa pública ou privada, não sendo apenas um artigo, ou um papel. Eles investem de tudo para que você realize aquela proposta”, conta Matheus Tomoto, que é fundador da Universidade do Intercâmbio e foi fellow em Harvard.

A instituição tem 382 anos, fundada ainda em 1636, na cidade de Cambridge. Ele deixou sua biblioteca e metade de sua propriedade para a instituição após sua morte, em 1638. Até hoje uma estátua do ministro fica exposta no pátio em frente ao hall da universidade.

As instalações da universidade se dividem pelos bairros de Allston e Longwood. A matriz, em Cambridge, ocupa uma área de dois mil metros quadrados. Lá, ficam os escritórios, bibliotecas e prédios de sala de aula.

Atualmente, a universidade ocupa a 3ª no ranking de melhor universidade do mundo. A instituição oferece 12 escolas ao todo; nessas repartições são ministrados todos os cursos oferecidos, com cerca de 22 mil alunos no total.

A instituição ainda conta com um um estádio, o Harvard Stadium, que tem capacidade para mais de 30 mil pessoas, além das instalações de atletismo, localizados em Allston.

4.Universidade de Yale

O Campus da Universidade de Yale fica localizado no centro de New Haven. São mais de 800 laboratórios e um patrimônio de US$ 29 milhões. No ranking das melhores universidades do mundo, aparece em 17º lugar. A universidade é reconhecida pela qualidade de pesquisas científicas produzidas e pelo alto nível de empregabilidade de seus ex-alunos.

Outro dado interessante é que até hoje 61 ganhadores do Prêmio Nobel têm ligação com a instituição. Yale também formou personalidades e pessoas notáveis, como 5 presidentes, incluindo Bill Clinton, além de juízes, bilionários, chefes de estado, bem como centenas de membros do Congresso e diplomatas americanos.

Atualmente, a universidade conta com quase 13.500 estudantes, sendo cerca de 6 mil de graduação e 7.500 de pós-graduação. Dentre eles, 3 mil são intercambistas, de 120 países diferentes.

Entre as atividades extra-curriculares, Yale possui 288 organizações estudantis, 35 equipes esportivas, além de contar com um acervo de 15 milhões de livros.

5.Universidade da Pensilvânia

A UPenn, como é chamada, se considera a primeira instituição a oferecer cursos de graduação e pós-graduação. Foi também pioneira em admitir mulheres no corpo estudantil no país, que ocorreu na década de 70.

Atualmente, a instituição possui 4 faculdades de graduação, entre elas: a Escola de Artes e Ciências; a Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas; a Escola de Enfermagem e a Escola Wharton (Educação Empresarial).

O atual campus ocupa mais de 113 hectares, em uma área universitária na cidade universitária da Zona Oeste da Filadélfia. A maioria das faculdades e dos institutos de pesquisa da Penn estão localizados neste campus.

No ranking, ocupa a 15ª posição, subindo 4 posições com relação ao ano anterior (2019).

A universidade conta, atualmente, com mais de 21 mil alunos, sendo 10.400 de graduação e 10.800 no programada de pós. Outro número considerável é que, ao todo, quase 5.000 são estrangeiros, o que corresponde a 20% do total do corpo estudantil.

O orçamento da instituição em 2019, foi de pouco mais de US$ 10,2 bilhões. No ranking, ocupa a 15ª posição, subindo 4 posições com relação ao ano anterior (2019).

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MEC estuda criação da primeira universidade federal digital do país

O Ministério da Educação (MEC) planeja criar uma universidade federal digital para, segundo o ministro Milton Ribeiro, ampliar o acesso dos estudantes de todo o país à rede pública federal de ensino.

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O Ministério da Educação (MEC) planeja criar uma universidade federal digital para, segundo o ministro Milton Ribeiro, ampliar o acesso dos estudantes de todo o país à rede pública federal de ensino.

“Queremos criar a primeira universidade federal digital no país e ampliar o acesso a todos”, disse o ministro ao participar, ontem (16), de audiência pública na Comissão de Educação do Senado.

Um documento preliminar do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, de maio deste ano, cita a avaliação de viabilidade da iniciativa entre as metas da Secretaria de Educação Superior (Sesu-MEC) para promover a educação à distância nas instituições federais de ensino superior por meio do programa Reuni Digital.

Hoje, no Senado, o ministro Milton Ribeiro disse que a iniciativa segue o modelo já implementado por outros países e respeita as diretrizes, metas e estratégias definidas no Plano Nacional de Educação (PNE). De acordo com o ministro, o uso das modernas tecnologias de informação podem baratear os custos do ensino de qualidade.

“É isso que temos visto em grandes países que estão desenvolvendo essa ferramenta. Vamos começar com alguns cursos e todos vão poder ter acesso, pois com 400, 500 professores, eu posso atingir a milhões de alunos no país todo, obedecendo às premissas do PNE”, disse o ministro.

O ministro lembrou que, nos últimos anos, o orçamento das universidades federais foi impactado pela crise econômica e, principalmente, pela pandemia da covid-19.

“Quando falamos em diminuição das verbas para as universidades federais, eu concordo plenamente. Vejo que, em um passado não tão distante, o orçamento do ensino federal era muito grande, muito maior do que o que temos hoje”, disse Ribeiro

“Vale dizer que vivemos tempo de guerra, de pandemia”, acrescentou o ministro, enfatizando que, na proposta orçamentária para 2022, o ministério pede ao Congresso Nacional que autorize um aumento de recursos para a pasta.

“A proposta que o Parlamento vai apreciar fala em um aumento mínimo de cerca de 17% para as universidades federais, e de 28% para os institutos federais. Por que isso? Porque temos 69 universidades federais com 281 campi. E 38 institutos, Cetecs [centros educacionais técnicos], além do Dom Pedro II. E esses, juntos, somam 670 campi. Então, além da visão política de dar mais oportunidade à [formação] de mão de obra técnica, o número de campi [do segundo grupo] é muito maior”, comentou Ribeiro.

Fonte: Agência Brasil

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10 dicas para ter um bom desempenho na redação do Enem

A pouco mais de dois meses para a aplicação do teste, redação ainda gera dúvidas e ansiedade. Professor do SAS Plataforma de Educação ajuda na preparação

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Como é atribuída a nota de redação no Enem?

A prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) será aplicada no dia 21 de novembro, para quem já está inscrito, e no dia 9 de janeiro de 2022, para isentos e ausentes no exame de 2020. Para auxiliar e tirar as dúvidas dos jovens que se preparam para essa importante etapa do Enem, o professor de Letras e coordenador de Integração Pedagógica do SAS, Vinícius Beltrão, lista algumas dicas para facilitar a produção do texto.

“A redação do Enem é temida por muitos estudantes, mas pode ser mais tranquila quando o vestibulando sabe como estruturar o texto. O tema é surpresa, mas o treino constante vai deixar o jovem mais confiante e preparado para abordar qualquer assunto. Entender o que os avaliadores esperam do texto, conhecendo detalhadamente o edital, é fundamental também”, explica o professor.

Veja abaixo 10 dicas para ter um bom desempenho na redação.

1.Ler os textos motivadores com atenção – “Esses textos servem para instrumentalizar o estudante, para situá-lo no contexto, na ideia a ser discutida. É importante refletir bastante com a leitura e, a partir disso, desenvolver seu raciocínio. Cuidado para não copiar ou parafrasear nenhum trecho, pois isso pode prejudicar na sua nota e, até mesmo, anulá-la.”

2. Ficar atento ao tema – “Fugir do tema é algo que pode acontecer sem que percebamos e é falha grave no Enem. Sabe aquela frase em negrito na proposta final? Para não esquecer sobre o que precisa discorrer, escreva-a no centro da sua redação, assim você estará ‘de olho’ o tempo todo e evitará tangenciar o tema. Não esqueça de apagar depois, ok?”

3. Conhecer o gênero cobrado na prova – “O gênero escolhido pelo Enem é o dissertativo-argumentativo. A tese deve ser estabelecida logo de início e desenvolvida a partir de fatos consistentes com uma proposta de intervenção ao final. Trazer qualquer outro gênero textual (crônica, poema, receita e outros) pode acarretar a anulação.”

4. Ter atenção ao tamanho da redação – “Poucas linhas ou muitas linhas? Depende do seu repertório e conhecimento do tema. Escrever menos de sete linhas é insuficiência de repertório, assim como ultrapassar as linhas estabelecidas, diminuir a letra no meio do caminho e outras peripécias também vão prejudicar. Procure organizar o seu texto em quatro ou cinco parágrafos: introdução/tese, dois ou três de argumentação/desenvolvimento e o último para a conclusão/proposta.”

5. Revisar as regras gramaticais – “Com certeza você demonstrou o seu conhecimento da norma culta ao longo de todo o exame, mas aqui você precisa ser impecável na escrita, isto é, atenção ao uso da pontuação, acentuação, grafia, concordância e termos adequados. Se precisar recorrer a alguma gíria ou termo incomum (estrangeirismo, por exemplo), destaque-o entre aspas para mostrar ciência e a intenção do uso. Não abuse, afinal 1/5 da sua nota depende disso.”

6. Organizar as ideias e argumentos que pretende apresentar – “A hora da organização é agora! Deixar as ideias claras e ordenadas é uma grande oportunidade para ter uma excelente nota. Lembre-se que cada parágrafo representa uma ideia e elas devem se relacionar entre si. É o que chamamos de coerência. Um exemplo fácil é o desenvolvimento: cada parágrafo deve trazer um fato, contexto ou ideia que sustente e justifique o seu posicionamento sobre o tema. Esgotou aquele argumento? O próximo deve vir em outro parágrafo.”

7. Estude a constituição brasileira – “Somos seres sociais vivendo numa sociedade cheia de desafios. Esse é o lema do Enem, um exame que provoca o estudante a pensar nos problemas e se posicionar criticamente diante deles. Assim, para não ser pego de surpresa, estude bastante a nossa constituição e os direitos humanos. Eles vão aparecer com recorrência nas questões e, na redação, sua posição e proposta de resolução da situação-problema devem ser pautadas nos princípios que os documentos propõem. Nada de discurso de ódio ou justificativas vazias.”

8. Lembre de propor uma solução ao problema indicado – “Concluir ou resolver? Resolver, sempre! Diferente de muitos vestibulares, a redação do Enem pede que você vá além da conclusão de ideias. Seu texto deve finalizar com uma proposta de intervenção, ou seja, o problema apresentado precisa de uma solução e não importa quanto tempo leve e/ou quantas pessoas envolva. Seja otimista ao enxergar solução para tudo, mas com cuidado para não propor algo utópico e impossível. É importante ser racional e consciente. A sugestão é responder a essas perguntas na hora de elaborar a proposta de intervenção: ‘o quê? quem? como? para quê?’. Não tem erro.”

9. Acompanhe o noticiário – “Pessoas que tem repertório tem o mundo nas mãos. A maravilha do nosso tempo é ter uma avalanche de informações na palma da mão a qualquer hora … e a preocupação é o que fazer com essas informações. Então, procure sempre se atualizar sobre tudo o que está ocorrendo, principalmente no Brasil. O tempo está corrido? Está difícil ler ou assistir a um telejornal? Hoje em dia temos podcasts e redes sociais com influenciadores e empresas que sintetizam as informações e facilitam o nosso corrido dia a dia. Cuidado na hora de selecionar quem vai seguir, pois alguns perfis podem trazer a informação já com algum juízo ou opinião disfarçados. Confie desconfiando e questione sempre!”

10. Deixe o título por último – “O título na redação do Enem é opcional, então você pode colocar na sua ou pode já iniciar seu texto. Se optar por usar título, saiba que ele conta como linha e, obviamente, deve representar sua redação. Vamos pensar nele como a embalagem de um presente. É interessante, chama a atenção, mas não é o principal. E tal como uma embalagem, já pensou como seria mais fácil pensar no título no final? Depois de escrever todo o texto ficará mais fácil enxergar um título adequado. Não sofra tentando escolher o título primeiro. Além de perder um tempo precioso, você pode se limitar no desenvolvimento do texto.”, conclui o coordenador do SAS.

Acompanhe aqui uma revisão gratuita para o Enem 2021.

Sobre o SAS Plataforma de Educação

SAS é uma Plataforma de Educação que, há quase duas décadas, oferece soluções educacionais de Excelência, de forma completa e integrada, para mais de 950 escolas parceiras em todo o Brasil. Entre suas mais diversas soluções, suas escolas parceiras contam com materiais didáticos atualizados, tecnologia educacional engajadora, avaliações digitais e presenciais com relatórios diagnósticos para professores e alunos, formação de corpo docente e equipe pedagógica e acompanhamento completo e personalizado por uma equipe de consultores pedagógicos.

Ao longo dos anos, as escolas SAS vêm acumulando excelentes resultados no ENEM, estando entre as escolas que mais evoluem no exame, segundo levantamento recente do Banco BTG Pactual. Além dos grandes resultados dos alunos SAS no ENEM e demais vestibulares, as soluções da plataforma auxiliam suas parceiras na conquista de seu maior objetivo: desenvolver cidadãos preparados para os desafios do mundo, por meio de uma formação integral, completa e de qualidade.

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Projeto de Lei quer proibir taxas diferentes por curso no vestibular

Entenda a proposta do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)

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Aprovado em caráter terminativo, o PL 1.945/2019 segue para a análise da Câmara dos Deputados Roque de Sá/Agência Senado Fonte: Agência Senado

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (14) um projeto de lei (PL 1.945/2019) que proíbe a cobrança de taxas distintas por curso nos vestibulares e demais processos seletivos para acesso à graduação. O texto segue para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação no Plenário do Senado.

A proposta do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394, de 1996). A norma em vigor permite a diferenciação de valor quando houver necessidade de prova de habilidade específica (em cursos como arquitetura e desenho industrial, por exemplo).

O relator na CAE, senador Confúcio Moura (MDB-RO), defendeu a aprovação do projeto. Para ele, a mudança vai impedir que ocorram abusos na cobrança da taxa pela inscrição em processos seletivos. Segundo Confúcio, a medida vai assegurar “o respeito ao princípio constitucional da igualdade de condições de acesso à educação”.

O projeto foi aprovado pela Comissão de Educação (CE) em 2019. Veneziano Vital do Rêgo criticou a cobrança de taxas diferenciadas nos vestibulares de cursos mais concorridos adotada por algumas instituições de ensino superior, sobretudo do setor privado. “A cobrança de taxas de inscrição mais elevadas para os processos seletivos dos cursos de medicina acaba por funcionar como uma barreira à participação de candidatos de baixa renda a uma profissão de elevado prestígio social”, disse.

Fonte: Agência Senado

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