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Dicas de Preparação

Dicas preciosas!

Confira um artigo enviado por uma ex vestibulanda para a equipe sejabixo!, com inúmeras dicas preciosas para qualquer vestibulando que se preze

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Confira um artigo enviado por uma ex vestibulanda para a equipe sejabixo!, com inúmeras dicas preciosas para qualquer vestibulando que se preze

01/06/2009

* Há um tempo atrás, nós da equipe sejabixo! nos deparamos dentre os inúmeros emails que sempre recebemos, um contéudo super interessante escrito (mas revisado pela nossa aquipe) e enviado por uma ex vestibulanda, onde ela dá dicas em geral para todos os vestibulandos. Resolvemos assim com a permissão da estudante, publicar esse texto. Confira!

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* Por Luisa Pinheiro
(pinheiro.luisa@hotmail.com)

Meu nome é Luisa, moro em São Luís – MA e ano passado eu prestei vestibular para Jornalismo na UFSC. Depois de muito sacrifício e estudo, fui aprovada!

Então, eu tenho um blog e depois que eu passei no vestibular decidi escrever um post com dicas para vestibulandos. Inicialmente, a minha idéia era postar no meu próprio blog, mas as dicas formaram um texto bem grandinho! Lembrei então do sejabixo! que eu acessei constantemente no ano passado e resolvi arriscar e mandar o texto para quem sabe uma possivel publicação. Porque no início de 2008, eu adorava pesquisar na internet dicas para vestibulandos e lia bastante sobre o assunto. E particularmente acho melhores aqueles escritos por quem passou há pouco tempo pela experiência. Aqueles psicólogos parecem tão distantes dessa realidade! Segue então o meu texto com dicas.

A escolha

Não adianta querer estudar para o vestibular sem ter um objetivo. Sem saber o curso e a universidade onde você quer estudar, fica difícil se dedicar tanto tempo aos estudos. Portanto, pense bem, reflita. Qual é a área que mais te agrada? Com qual profissão você se imagina trabalhando? Existem alguns testes vocacionais bem bacanas na internet, é só procurar!

A escola

Minha mãe cansou de dizer “O aluno é que faz a escola.” Estudar na melhor escola não é garantia de aprovação no vestibular e, da mesma forma, estudar em uma escola não tão boa também não significa que você não vai passar. Alguns alunos realmente precisam ser mais cobrados, de uma escola mais puxada. Já outros preferem uma escola mais leve (ou fácil, como preferir) para que eles possam estudar da forma que quiserem e frequentar outras aulas.

Preparação

Alunos que se preparam desde o Primeiro Ano são exceções e, na maioria das vezes, são pré-vestibulandos para medicina. Quanto mais cedo o estudante começa a se preparar, menores são as chances dele deixar de estudar algum conteúdo e mais seguro ele fica perto da prova. Não estou dizendo que é preciso se matar de estudar desde os quinze anos. Faça um bom ensino médio (ou seja, não estude só nas vésperas das provas) para que no último ano você não tenha dificuldades em conteúdos passados ou até mesmo tenha que aprendê-los.

Aulas extras

Química, Física e Matemática são matérias que põe medo na maioria dos adolescentes. Mesmo que você tenha certa facilidade e goste delas, é bom procurar um reforço. Professores de escola nunca são bons o bastante. Já os particulares (ou quase particulares, como era o meu) são mais objetivos, conhecem as provas de vestibular, trabalham com as dificuldades dos alunos e sempre dão um jeito de revisar conteúdos.

A Redação

Em alguns vestibulares, a redação vale o mesmo que as outras matérias. Já em outros, a redação só é pedida na segunda etapa e vale o dobro das específicas. Dependendo do estado, as escolas oferecem ou não aulas de redação. Mesmo assim, essas aulas não costumam ser eficazes. São muitos alunos e muitos textos para um só professor. Fica difícil para ele fazer um bom trabalho, conhecer as dificuldades de cada aluno e dar dicas individuais. É bom procurar um curso que de preferência seja pequeno. Além disso, a minha professora dizia que o segredo de fazer uma boa dissertação é praticar e se manter informado.

O terceiro ano

O último ano da escola enche os estudantes de medo e de dúvidas. Fazer ou não cursinho? Na minha opinião, cursinho só é bom para quem já terminou a escola, levou bomba no vestibular e t

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Dicas de Preparação

Vestibular Fuvest 2024 – Quanto custa? Quando é a prova? Quantas vagas?

As inscrições para o Vestibular 2024 da Fuvest começam hoje, 17 de agosto, a partir do meio dia.

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Gabarito Vestibular Fuvest 2023 - Lista de Aprovados USP

As inscrições para o Vestibular 2024 da Fuvest começam hoje, 17 de agosto, a partir do meio dia. Quanto custa? Quando é a prova? Quantas vagas?

Vestibular 2024 da Fuvest

Quanto custa? As inscrições podem ser feitas até o dia 6 de outubro. A taxa é de R$ 191 (cento e noventa e um reais). O período para solicitar a isenção ou redução da taxa já terminou.

Quando é a prova? A prova de conhecimentos gerais da 1ª fase será aplicada no dia 19 de novembro. As provas da 2ª fase acontecem em 17 de dezembro.

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Quantas vagas? No vestibular Fuvest são oferecidas 8.147 em cursos de graduação da Universidade de São Paulo (USP) de diversas áreas. Outras 3 mil vagas serão distribuídas em outras duas formas de ingresso: o Enem USP e o Provão Paulista.

Mais informações e inscrições: www.fuvest.br.

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Há idade certa para estudar? Professor da UniFECAF fala sobre etarismo

O etarismo, conjunto de práticas discriminatórias contra os mais velhos, ganhou o horário nobre nos últimos dias.

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Há idade certa para estudar? Professor da UniFECAF fala sobre etarismo

O etarismo, conjunto de práticas discriminatórias contra os mais velhos, ganhou o horário nobre nos últimos dias. Primeiro, três universitárias do interior de São Paulo gravaram um vídeo dizendo que a colega de sala deveria ser “desmatriculada” por ter mais de 40 anos. O caso teve repercussão e as jovens alunas decidiram, elas mesmas, deixar o curso.

Mas, existem formas de evitar que o preconceito impeça quem já viveu mais realize sonhos como uma universidade? “A graduação é sonho de muitas pessoas, que depois de conquistar certa estabilidade, conseguem voltar aos estudos e realizar. Como professor, aprendo muito com meus alunos com mais de 40 anos, pois eles trazem uma bagagem cultural e uma vivência do mercado de trabalho que é muito distante dos alunos mais jovens”, conta o professor de Empreendedorismo e Diretor de Inovação da UniFECAF, Pedro Debiazi.

Debiazi explica que as turmas dentro do ensino superior têm sido cada vez mais heterogêneas, ou seja, reunindo pessoas com perfis sociais diferentes. “É uma miscelânea de culturas, identidades e faixas etárias. Essa mistura enriquece muito as discussões em sala de aula, estimulando reflexões importantes para a transformação da nossa sociedade”.

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O professor lamenta os casos de etarismo e explica como o ambiente escolar pode facilitar a inclusão de pessoas de todas as idades. “Na UniFECAF ao trabalhar com soft skills, por exemplo, os alunos mais velhos têm sempre boas experiências para compartilhar, possibilitando a contextualização daquele conteúdo para os mais jovens”, observa Debiazi sobre a oportunidade proporcionada pelo intercâmbio geracional em sala de aula.

Por fim, o diretor da UniFECAF manda um recado para quem já batalhou para construir a vida e agora quer estudar. “Diria para esse estudante ou para essa estudante nunca desistir do seu sonho, porque não existe idade certa para começar algo. Basta sonhar, acreditar e realizar!”, completa.

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Dicas para quem não conseguiu passar nas opções escolhidas no Sisu 2023

Para tentar recuperar o investimento feito, é importante traçar estratégias e, principalmente, cuidar da questão emocional.

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Sisu 2023

Com a divulgação do resultado do Sistema de Seleção Unificada (SISU) nesta terça-feira, 28, muitos estudantes acabam frustrados ao descobrir que não passaram para as opções escolhidas. Sentimentos como ansiedade, irritabilidade, culpa e até mesmo depressão podem se manifestar com o que parece o fim de um sonho e a incerteza sobre o futuro. Entretanto, nem tudo está perdido. Para tentar recuperar o investimento feito, é importante traçar estratégias e, principalmente, cuidar da questão emocional.

Segundo o Coordenador de Curso e Pré-vestibular do pH, Diogo D’Ippolito, após o encerramento das inscrições e do resultado de fato, o SISU abre um período para os candidatos e candidatas que não foram aprovados manifestarem interesse na lista de espera – para preenchimento das vagas eventualmente não ocupadas na chamada regular. “Mas atenção: você só pode manifestar interesse na lista de espera em apenas um dos cursos para o qual optou por concorrer em sua inscrição ao SISU e, além disso, se você for selecionado na chamada regular em uma das suas opções de vaga, está inapto a participar da lista”, explica.

Já quem não foi aprovado na chamada regular e nem nas chamadas da lista de espera ainda pode tentar um “SISU 2”, que acontece no meio do ano. Isso significa um novo processo de inscrição, com novas duas opções de interesse, novas notas de corte e por aí vai. É, literalmente, uma segunda chance para os candidatos e candidatas que não foram convocados pelo SISU 1 ou foram aprovados para cursos que de fato não desejam cursar. Esse processo, entretanto, pode ser um gatilho para muitas emoções indesejadas, que podem acabar minando o desempenho do aluno que está se preparando para um novo ENEM.

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O educador Fernando Gabas, fundador da Academia Soul – empresa especializada em soluções para Educação Socioemocional para escolas – lembra que existem estudos que mostram que praticamente 90% de nossas preocupações nunca acontecem, mesmo assim, “continuamos sofrendo de ansiedade com a tendência de projetar um futuro recheado de fatos experiências desagradáveis”. De acordo com o especialista em mindfullness, existem algumas maneiras para reduzir a ansiedade, dentre as quais ele destaca a análise racional e uma mais experiencial. “Uma análise racional significa uma auto investigação dos processos de pensamento, questionando o benefício dessa ansiedade. Não é só sobre o fato das nossas preocupações não se concretizarem em 9 de 10 vezes, é sobre entender que sofrer por uma situação que ainda não aconteceu ou que está fora do nosso controle é inútil e ainda fará com que você fique cego para inúmeras oportunidades que podem surgir no meio do caminho”, ensina.

Já na abordagem experiencial, o indivíduo deve começar a treinar sua mente para estar presente à realidade o tempo inteiro, descondicionando seu cérebro a viver sempre no futuro ou no passado. Estudos comprovam que em 8 semanas já é possível obter grandes resultados. Com o tempo, sua mente perde o interesse de ficar projetando fatos no futuro e sofrendo de ansiedade, ela fica mais presente aos fatos que se apresentam momento a momento. O resultado disso é muito mais tranquilidade, clareza, inteligência e capacidade de tomada de decisões. “É comum, ainda mais quando somos mais jovens, que ao enfrentar uma situação indesejada, tenhamos a tendência de achar que é o fim do mundo. No entanto, se olharmos para trás, veremos que isso quase nunca é verdade. O estudante deve manter a calma, para perceber que esse tempo de espera até a próxima prova pode significar um amadurecimento importante em sua vida, inclusive no sentido de poder tomar uma decisão mais assertiva sobre a faculdade e sua profissão no futuro”, completa Fernando.

Agora, para quem conseguiu ser aprovado, uma dica final é lembrar que os próximos passos não são mais pelo SISU, reforça D’Ippolito. “Após aprovação em uma das duas opções de curso, muitas pessoas acham que devem realizar os próximos passos, como matrícula por exemplo, ainda na plataforma do SISU. Na verdade, a partir do momento em que você é aprovado, tanto na chamada regular como pela lista de espera, todo o processo agora acontece diretamente entre você e a instituição para a qual foi selecionado. Fique de olho nos dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em edital próprio: isso é tarefa sua!”, completa.

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