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Dicas de Preparação

Estudante de Medicina

Quem passou conta tudo sobre o vestibular a rotina do curso

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Quem passou conta tudo sobre o vestibular a rotina do curso

01/09/2016

Ana Paula Dibbern – Cursinho Maximize

Vamos falar sobre o vestibular mais temido, mas também um dos mais desejados: Medicina!

As notas mínimas para entrar em Medicina costumam ser as mais altas do Sisu, sistema que seleciona para as Universidades Federais através da nota no ENEM. Para o ingresso em 2016, as notas de corte de Medicina ficaram entre 760 e 825 pontos, conforme a Universidade. É uma diferença bastante grande e, por isso, quem está disposto a ir pra outro estado acaba conseguindo uma vaga com maior facilidade. No último ano, Universidades nos estados da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Amapá, Roraima, Piauí, Maranhão, Mato Grosso, Amazonas, Sergipe e Acre tiveram notas de corte menores que 780 na primeira chamada. Além disso, nessas Universidades, a lista de espera costuma andar um pouco mais, o que também torna a aprovação um pouco mais fácil.

Já para conseguir uma vaga na FMUSP (Faculdade de Medicina da USP), uma das mais conceituadas do país, a nota de corte na primeira fase da FUVEST variou de 70 a 77 acertos (em 90 questões) nos últimos anos. No vestibular 2016, foi de 73 pontos. Uma questão errada na primeira fase ou um pequeno deslize na prova dissertativa da segunda fase é o que separa os que entram dos que ficam na lista de espera, que costuma não “andar” quase nada.

Pra conseguir uma vaga em Medicina, alunos de todo o país enfrentam uma rotina puxada de estudos e, muitas vezes, fazem mais de um ano de cursinho. Num vestibular em que um escorregão pode determinar o fracasso, não dá pra deixar nenhum conteúdo de lado na hora de se preparar. Mas será que vale a pena encarar o desafio de passar em Medicina? Para ajudar você a se decidir, vamos entrar um pouco no universo do curso de Medicina e, para isso, nada melhor do que conversar com os próprios estudantes. Convidamos os futuros médicos Allan Brum e Daniel Lucas Rodrigues para contar um pouquinho das suas histórias e vivências na Universidade.

Quem conta

Allan é paulistano e deixou o curso de Psicologia pra voltar a estudar pro vestibular e tentar Medicina. Fez dois anos de cursinho e foi aprovado em Medicina na USP, Unesp e Unifesp. Hoje, com 24 anos, está no 5° do curso de Medicina na USP.

Daniel tem 28 anos e também iniciou outra graduação antes de entrar em Medicina. Apesar de, desde criança, querer ser médico, achava que não iria passar e por isso acabou se decidindo por Engenharia Agronômica na ESALQ (campus da USP em Piracicaba). Quando estava quase terminando o curso, decidiu tentar Medicina e descobriu que, apesar de ter feito o Ensino Básico em escola pública, o sonho era possível. Hoje, Daniel está no 4° ano de Medicina na USP.

A preparação para os vestibulares

Daniel não deixou o curso de Engenharia quando decidiu tentar Medicina. Fez um semestre de cursinho pela manhã, ia à noite pra faculdade e estudava à tarde e horas vagas. Como não teve tanto tempo pra estudar, durante as férias concentrou seus esforços na estratégia de estudar com todas as provas anteriores da Fuvest (desde 1995). Lia a questão, tentava responder, depois acessava a resolução comentada nos sites de três cursinhos e comparava. Essa é uma dica importante, já que normalmente as questões exigem do aluno o mesmo conceito, mesmo que a pergunta seja elaborada de forma diferente.

Já Allan, assim como a maioria dos aprovados, seguiu uma rotina mais tradicional de estudos no cursinho. Para Allan, foi importante organizar bem a rotina de estudos e se disciplinar. Tentava dormir bem, saía de casa bem cedo e ficava no cursinho até o final da noite mesclando as atividades (aulas, resolução de exercícios, simulados e leituras).

O ingresso na Universidade

O trote é sempre uma das grandes preocupações do calouro. Segundo Allan, que perdeu um dente no trote do “Show Medicina”, há toda uma lógica de hierarquização e veteranismo no curso de Medicina da USP, e nesse contexto o calouro é colocado como o mais fraco. Porém, após certos acontecimentos, hoje há um largo processo de denúncia a esses trotes violentos, então as coisas estão mais calmas. A dica de Allan é “que o calouro não se curve a essas agressões e esteja pronto para denunciar, entendendo a universidade como um espaço democrático”.

Por outro lado, o momento do ingresso também pode ser uma experiência bastante positiva. Daniel conta que a semana de recepção aos alunos foi muito positiva, com brincadeiras, comidas e apresentações. Inclusive, numa aula especial da recepção, ele pôde ver a palestra de um jornalista que o inspirava bastante a estudar e conseguir um lugar na Universidade. Foi uma experiência emocionante, conta.

O choque dos primeiros meses

Allan diz que os primeiros meses foram um pouco decepcionantes: “Você entra com muitas ilusões, há uma construção na sociedade de que a Medicina é algo grandioso, mas quando você entra, você se depara com um modelo de ensino que é limitador, você se reduz à bioquímica, biologia molecular, histologia, bioestatística… Além disso, até por conta do modelo do vestibular da Fuvest, o perfil da turma é muito elitizado, são pessoas que se acham especiais, é um universo um pouco diferente”.

Daniel relata que o curso é desgastante no aspecto emocional. Há questões delicadas, humanas e éticas. Você é bastante cobrado, mas mais que isso, você também se cobra muito. Além disso, Daniel teve mais um desafio: pra quem vem do interior e tem problemas respiratórios, conviver com a poluição de São Paulo é bem complicado.

Quanto à qualidade das aulas, ambos relatam que há aulas e professores muito bons, mas há também aulas “medianas” ou “razoáveis”. Os dois concordam, também, que a FMUSP dispõe de muitos recursos, então há materiais suficientes para as aulas, laboratórios equipados, vivência em hospitais importantes e tudo que é necessário para uma excelente formação.

O conteúdo do curso

Daniel explica que, até o terceiro ano, não teve grandes dificuldades com nenhuma matéria. Diz que, no ano 4° ano, há duas disciplinas em que os alunos costumam ter dificuldades: “moléstias infecciosas” e “clínica médica”.

Há alguns conteúdos com os quais Allan não esperava se deparar ao longo do curso, como bioestatística. Dentre as matérias que já cursou, achou essa um pouco mais difícil.

Daniel e Allan relatam que a quantidade de atividades desenvolvidas dentro do hospital é grande, durante todo o período da graduação. Desde o primeiro ano do curso, há matérias práticas dentro do hospital, em que o aluno acompanha procedimentos e realiza algumas atividades de atendimento.

A rotina de estudos

A grade do curso é puxada, são praticamente 8h diárias e não há muitas janelas. Quando é semana de provas, Allan vira 2 ou 3 noites estudando. Segundo ele, a vida agora é mais complicada do que era no cursinho, já que a rotina na Medicina é menos organizada. Por outro lado, tem também alguns períodos mais tranquilos. Pra conseguir ganhar algum dinheiro, Allan aproveita o tempo vago em casa pra trabalhar corrigindo redações para um cursinho pré-vestibular. “Seria muito difícil ter um trabalho formal, mas dá pra fazer uns bicos assim.”

Permanência na Universidade

Como Daniel é do interior e se encaixou nos critérios socioeconômicos, conseguiu uma vaga na “Casa do Estudantes”, a moradia gratuita da Universidade. O processo é razoavelmente simples: você entrega a documentação solicitada, recebe uma pontuação com base nesses dados e, se estiver entre os que mais precisam, é chamado. No caso da FMUSP, a moradia fica ao lado do HC (Hospital das Clínicas), bem pertinho da Universidade. Os quartos são duplos mas, segundo Daniel, são ótimos.

Além da moradia, é possível tentar outros auxílios, tais como a Bolsa Alimentação (refeições gratuitas nos bandejões do quadrilátero da saúde e na cidade universitária), o Auxílio Transporte (duzentos reais para custear o ônibus e o metrô) e as Bolsas Atividade (valores pagos para quem desenvolve alguma pesquisa ou trabalho na Universidade).

Pesquisa e especialização

Dentro da Faculdade de Medicina, há muitas opções na área de pesquisa e o desenvolvimento de projetos de iniciação científica é comum.

Com relação à especialização, Allan conta que, desde os primeiros anos do curso, os alunos começam a se aproximar de alguma das “Ligas Acadêmicas”, que são os grupos das áreas de especialização. Há até um debate em torno desse fenômeno da “especialização precoce”, pois é importante que o aluno tenha uma boa formação geral antes de se especializar.

A maioria dos alunos costuma já entrar com alguma ideia de qual área seguir, mas muitos acabam se interessando por outro caminho. Daniel já pensou em algumas áreas, mas ainda não se decidiu. Allan pensava em Psiquiatria, mas avalia também outras possibilidades como Pediatria ou Medicina Geral de Família e Comunidade.

Mas, ao terminar os 6 anos de curso, quem quiser se especializar precisa prestar um novo concurso público e tentar uma vaga de residência médica na área desejada. Não é difícil conseguir, já que o Programa Mais Médicos estabeleceu a abertura de 12.400 novas vagas em residência médica até 2018, o que significa que, se o programa não for interrompido, haverá uma vaga em residência para cada aluno da graduação em Medicina. O objetivo é universalizar o acesso à residência médica, permitindo a formação de mais especialistas no Brasil, já que a quantidade de médicos por habitante, sobretudo de algumas especialidades, é bem menor que a mínima recomendada.

Já quem gosta da ideia de ensinar Medicina para outros alunos, lecionando em Universidades, tem a possibilidade de seguir a carreira acadêmica. Nesse caso, também é preciso passar por outro processo seletivo, envolvendo provas dos conteúdos relacionados e de línguas, além de apresentar um projeto de mestrado à Universidade e às Instituições de fomento à pesquisa.

Calendário do Vestibular de Medicina

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Especialista traz orientações para um bom desempenho nos vestibulares de meio de ano

Organizar o plano de estudos, pesquisar informações sobre as provas anteriores e preparar
o emocional são algumas dicas importantes para o estudante conquistar a aprovação

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5 dicas para um 2022 ultra-produtivo

A partir do segundo semestre do ano, algumas universidades começam a oferecer seus processos seletivos para os vestibulares de meio de ano. Geralmente aplicados entre junho e julho, esses exames chegam como mais uma oportunidade, dentro do ano letivo, para o estudante tentar conquistar a tão sonhada vaga em uma instituição.

É importante lembrar que, assim como acontece durante o período de estudos para o vestibular tradicional, a preparação para os exames de meio de ano também exige organização, foco e dedicação por parte do vestibulando. Quem pensa que essas provas são mais fáceis, se engana. Elas não apresentam grandes diferenças em relação aos demais vestibulares; os temas abordados são referentes ao conteúdo de todo ano letivo; e, em algumas universidades, o número de vagas disponíveis pode ser menor.

“Não é uma preparação fácil, e o estudante precisa se dedicar bastante, já que o tempo envolvido para os estudos é menor”, explica Márcio Guedes, coordenador do Poliedro Curso de São José dos Campos. “O vestibulando vai precisar abordar assuntos que, muitas vezes, não tratou ainda em sala de aula ou com os quais não tem contato há algum tempo. Por isso, é importante que ele adapte o seu plano de estudos, aumentando a carga horária para resgatar certos temas e agregar conteúdo, continue participando das aulas, e se prepare, por meio de simulados e provas anteriores da instituição escolhida, para conseguir responder ao que vai ser cobrado no vestibular”.

Márcio Guedes traz ainda outras dicas e orientações para auxiliar os candidatos:

Organize-se racional e emocionalmente! Seja organizado, pensando no plano A (o vestibular de final de ano) e no plano B (o vestibular de meio de ano), para os estudos e os exames. Tenha uma organização racional e emocional para não achar que o primeiro semestre “foi perdido” e se desestimular, caso não passe.

Monte um plano de estudos flexível! Quando não entramos em contato com certos assuntos, os esquecemos. Por isso, é importante tratar a preparação para a prova de forma estratégica e organizada, sempre observando o que costuma ser pedido nas provas (anteriores) da instituição para a qual vai prestar. Caso perceba que não está bem em alguma matéria, use a informação como feedback para melhorar nesse ponto.

Avalie a estatística ou “aposta racional” da prova! Ou seja, verifique a frequência daquele assunto na prova, nos últimos anos. Assim, é possível jogar esforço nas matérias adequadas — e não apenas naquelas em que não está tão bem. A estatística é a única informação disponível e os vestibulares tendem a seguir um padrão.

Não se cobre tanto! O resultado negativo nesses exames é normal, já que são poucas vagas e o tempo de preparação para a prova é menor. É um processo complexo, uma vez que é preciso resgatar o conteúdo de meses em semanas — e isso é audacioso. Não fique pessimista.

Não crie rótulos! Mesmo que resolva prestar a prova apenas como forma de vivenciar o ambiente, a relação com o relógio, a postura na hora da prova, entre outras questões, não se cobre se não for aprovado. Não crie rótulos, seja qual for o resultado, para não desistir do vestibular de final de ano.

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5 dicas para se preparar para os vestibulares de inverno

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5 dicas para se preparar para os vestibulares de inverno

A necessidade de estudar e revisar tudo o que foi aprendido em cada disciplina é cada vez maior como forma de se preparar para os próximos vestibulares de inverno. Os estudantes precisam estar bastante focados e bem preparados para encarar a maratona de provas e, dessa forma, ingressar no tão sonhado ensino superior. Por outro lado, nem todos os alunos têm a oportunidade de frequentar um cursinho presencial, por conta de diversos fatores. O principal deles é o alto custo das mensalidades, horários das aulas, trajeto até o local, além de outras despesas.

Uma alternativa para contornar essas dificuldades são os cursos online disponíveis por meio de grandes plataformas digitais na internet, que oferecem uma educação de qualidade e bem acessível. Por meio da tecnologia, os “professores influenciadores” mais conhecidos pelo público estão reunidos em um único espaço virtual. Isso possibilita o aprendizado de uma forma fácil e prática, sem que o aluno precise sair de casa, com horários mais flexíveis, além de terem uma linguagem simples e bastante didática.

Para o professor e influenciador Michel Arthaud, da Plataforma Professor Ferretto, os preparativos feitos de forma online para os vestibulares têm vários benefícios. “As aulas online trazem diversas vantagens porque o estudante consegue fazer o próprio cronograma de estudos sem sair de casa tornando-se protagonista do seu ensino. Esse aluno conta com diversos materiais, vasto conteúdo e um grupo de professores altamente qualificados para atender a todas as matérias”, diz.

Muito ativo nas redes sociais, o professor Michel também tem o canal do Youtube Café com Química, que mantém mais de 110 mil inscritos e seguidores. Desde 2020 ele uniu forças com outros importantes docentes/influenciadores que também fazem parte do time de professores da Plataforma Professor Ferretto. Essa união ocorreu para oferecer cursos completos em um único universo virtual. Tudo isso, com qualidade e oferecendo um custo/benefício bem acessível aos estudantes com um orçamento mais apertado.

Abaixo, o professor destaca cinco dicas essenciais para que os alunos estudem online para as provas do vestibular de inverno, que acontecem no meio do ano e, sobretudo, para o ENEM que deve ser realizado em novembro:

Organize-se e crie uma rotina de estudos

Para estudar online, é fundamental que o estudante seja organizado e tenha disciplina. Para isso, é preciso que ele crie uma rotina de estudos e consiga equilibrá-la com outros compromissos e atividades, como o lazer, que também é essencial no dia a dia.

“Trace um cronograma, faça planos, definindo as tarefas de maneira específica, com data e horas de estudo marcadas para cumpri-las, e siga esse plano à risca. Eu acredito muito que, quando colocamos um prazo certo para determinada atividade, nossa produtividade aumenta”, explica o professor Michel.

Analise as condições do ambiente de estudo

O ambiente é um fator muito importante na hora de estudar. Tudo ao redor impacta na concentração do aluno e, consequentemente, no rendimento. No caso do estudo online, além de ser necessário ter acesso à internet, é preciso que o local seja tranquilo, tenha uma estrutura adequada e com boa iluminação.

“Quem estuda em casa, deve procurar um lugar reservado e combinar com seus familiares ou outras pessoas que frequentem o mesmo ambiente, para que evitem interrupções durante o horário de estudo. Além disso, nada de estudar com a TV ligada, música ao fundo, celular com o som alto e com mensagens apitando a todo instante, ou qualquer outro fator que irá tirar a sua concentração”, alerta.

Tenha foco e saiba o que cairá nas provas

Para uma rotina de estudos dar certo, além de um bom cronograma, é necessário ter muito foco e concentrar-se especificamente naquilo em que estiver revisando.

“Anote tudo, esteja com todos os materiais necessários, faça resumos e exercícios práticos enquanto estuda, se empenhe e, se for preciso, grave a matéria no celular. Além disso, deixe outras preocupações, planos e pensamentos para outro momento. Pense como toda a atenção e esforço dedicado ao aprendizado compensará futuramente”, aconselha.

Além disso, os editais dos vestibulares são um bom recurso para saber o que vai cair na prova. “Minha dica é: leia sempre o edital de um vestibular. Lá você saberá, literalmente, tudo o que vai cair na prova e, assim, poderá se preparar para o exame, estudando de maneira assertiva e efetiva”, comenta o professor.

Acompanhe seu rendimento

Quando se estuda online, ainda que o aluno passe horas e horas em frente ao computador, de nada adianta se ele não acompanhar o seu rendimento e verificar se, de fato, aprendeu ou não o que está estudando.

“Você precisa progredir enquanto estuda. Do contrário, estará perdendo tempo. Reveja o conteúdo, refaça os exercícios se for necessário, leia muito e pesquise sobre o assunto, aplicando também na prática o que aprendeu na teoria . E procure verificar sempre sua evolução”, ensina o professor Ferretto.

Planeje uma recompensa

Além de todas as dicas anteriores, o professor Michel ainda dá mais uma ideia, válida como um “bônus” para o estudante: Segundo ele, recompensar a si mesmo por cada objetivo atingido nos estudos pode ser um poderoso motivador.

“Recompensas simples, terminar os estudos 15 minutos antes ou mesmo uma checada rápida nas redes sociais – ou seja, fatores que costumam atrapalhar os estudos – podem se tornar uma motivação para que você siga em frente”, finaliza.

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Dicas de preparação para o ENEM 2022

Milhares de estudantes começaram a se preparar para a prova que é considerada o principal vestibular do país

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Dicas de preparação para o ENEM 2022

As inscrições para a edição do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) de 2022 estarão abertas entre os dias 10 e 21 de maio. Sendo assim, milhares de estudantes começam a se preparar para a prova que é considerada o principal vestibular do país. Pensando nisso, Jean Karlo, coordenador de cursos preparatórios da REfuturiza EDU, plataforma de educação para as classes C e D, dá dicas sobre como se preparar para a prova.

Dicas de preparação para o ENEM 2022

“Elaborar um plano de estudos é fundamental para a organização e otimização do tempo. Afinal, dentro desse formato, o estudante conseguirá planejar a sua sequência de estudos, considerando a sua própria rotina”, explica o professor.

Hoje o ENEM é uma das principais portas de entrada às universidades. Isso porque a pontuação obtida no exame dá acesso a programas como o Sisu, para faculdades públicas, e o Prouni, para bolsas de até 100% em faculdades privadas. “Estar atento a essas oportunidades é uma forma de buscar crescimento e ascensão social. Atualmente, existem diversos recursos de aprendizado que podem auxiliar os estudantes, como as videoaulas, podcasts, simulados e exercícios”, comenta.

Para o coordenador de preparatórios e professor da Refuturiza EDU, outras formas que podem contribuir para essa preparação são acompanhar os noticiários e compreender os temas que estão em alta em nível nacional e mundial, fazer exercícios com provas anteriores e criar uma rotina diária de estudos.

“Os participantes precisam estar bem preparados e informados, afinal, em muitos casos a própria mídia tem pautado debates importantes sobre temas sociais”, finaliza.

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