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Dicas de Preparação

Qual é a sua vocação?

Fique ligado no que pode ajudá-lo a decidir por uma carreira

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Fique ligado no que pode ajudá-lo a decidir por uma carreira

17/10/2005

Por Edson Sadao*

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Muitos jovens nesta época do ano ficam frente a frente com o desafio do vestibular. É um momento especial, recheado de emoções, angústias e reflexões. Ah, diriam alguns, é simples: se gostar de matemática faça Engenharia! Se gostar de história e geografia faça Direito! Se gostar de química e biologia faça Medicina! Será que é tão fácil assim?

O problema vivenciado pelos jovens vestibulandos, porém, não é tão simples como resolver uma equação do segundo grau, nem como descrever em detalhes as grandes navegações do século XVI, nem tão pouco como falar sobre o funcionamento de uma célula. A questão que está na cabeça dos vestibulandos não tem cinco alternativas e apenas uma delas é a correta.

Com a expansão das faculdades e o aumento significativo dos cursos superiores disponíveis (meio ambiente, oceanografia, ciências atuariais, relações internacionais, turismo etc.), os jovens ficam cada vez mais expostos aos estímulos de muitas carreiras e profissões e isso tende a ser um ingrediente a mais no processo de decisão: ter muitas opções pode causar ainda mais confusão!

A pressão familiar ou a forma como o jovem percebe o que os pais esperam dele; a sua ambição e a sua necessidade de independência; o tempo e o dinheiro disponível; o status e o reconhecimento da profissão; os sonhos e anseios que são associados ao seu futuro são apenas algumas das questões que passam pela cabeça da maior parte dos vestibulandos. Conciliar todos esses fatores ao mesmo tempo e agora nem sempre é possível.

Uma variável, porém, tem pressionado cada vez mais os jovens: a empregabilidade. Afinal, todos, sem exceção, acreditam que vão trabalhar na área que escolheram e vêem a faculdade como a “porta de entrada” no mercado (a maioria precisa de um estágio ou de um emprego ao mesmo tempo em que estudam). As empresas, por sua vez, querem experiência, mesmo para as vagas de estágio.

As faculdades, neste contexto, têm boa parte da responsabilidade sobre o futuro profissional dos estudantes. Pesquisas recentes apontam que o índice de desemprego entre os jovens é o dobro da média de outros segmentos da sociedade brasileira.

Sabemos que ter um diploma, simplesmente, não significa muita coisa. Com o aumento vertiginoso de cursos superiores uma parte dos estudantes fica seduzida em fazer cursos “bons, bonitos e baratos”, mas descobrirão, em pouco tempo, que o curso escolhido por esse critério não era tão superior assim e aprenderão que a imagem nem sempre corresponde com a realidade. Há jovens que pensam que ter o diploma é fator suficiente para alcançar um lugar ao sol. Enganam-se, pois com um mercado de trabalho cada vez mais exigente, há poucas chances para quem “está na média” e contenta-se com o regular, perfil típico de quem busca simplesmente um diploma. Para quem já passou pela experiência de decidir “o que fazer” sabe a importância de se seguir uma profissão que tenha vocação.

As empresas, os governos e as ONG´s precisam das pessoas que querem fazer a diferença e têm capacidade e condições para isso. O suposto dilema entre “fazer o que gosta” ou “o que dá dinheiro”, na verdade, é pouco pertinente. Se não fizer o que gostar, provavelmente, será um profissional mediano e, portanto, dificilmente alcançará sucesso no mercado de trabalho e, principalmente, se sentirá realizado com o que faz.

A minha experiência como vestibulando não foi muito simples, mas pude aprender um pouco sobre como decidir. Os “erros” fortaleceram as minhas escolhas e, talvez, esse seja um recado importante: não ter medo de errar possibilita fazer escolhas com mais tranqüilidade e, assim, aumentamos as chances de acertar.

Recomendo, contudo, que a escolha leve em consideração a qualidade do ensino, a seriedade e o compromisso da faculdade com a formação superior. Informar-se sobre como o curso e a faculdade têm sido avaliados pelo MEC, Ministério da Educação, é um bom caminho. Saber a opinião de

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Vestibular Fuvest 2024 – Quanto custa? Quando é a prova? Quantas vagas?

As inscrições para o Vestibular 2024 da Fuvest começam hoje, 17 de agosto, a partir do meio dia.

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Gabarito Vestibular Fuvest 2023 - Lista de Aprovados USP

As inscrições para o Vestibular 2024 da Fuvest começam hoje, 17 de agosto, a partir do meio dia. Quanto custa? Quando é a prova? Quantas vagas?

Vestibular 2024 da Fuvest

Quanto custa? As inscrições podem ser feitas até o dia 6 de outubro. A taxa é de R$ 191 (cento e noventa e um reais). O período para solicitar a isenção ou redução da taxa já terminou.

Quando é a prova? A prova de conhecimentos gerais da 1ª fase será aplicada no dia 19 de novembro. As provas da 2ª fase acontecem em 17 de dezembro.

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Quantas vagas? No vestibular Fuvest são oferecidas 8.147 em cursos de graduação da Universidade de São Paulo (USP) de diversas áreas. Outras 3 mil vagas serão distribuídas em outras duas formas de ingresso: o Enem USP e o Provão Paulista.

Mais informações e inscrições: www.fuvest.br.

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Há idade certa para estudar? Professor da UniFECAF fala sobre etarismo

O etarismo, conjunto de práticas discriminatórias contra os mais velhos, ganhou o horário nobre nos últimos dias.

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Há idade certa para estudar? Professor da UniFECAF fala sobre etarismo

O etarismo, conjunto de práticas discriminatórias contra os mais velhos, ganhou o horário nobre nos últimos dias. Primeiro, três universitárias do interior de São Paulo gravaram um vídeo dizendo que a colega de sala deveria ser “desmatriculada” por ter mais de 40 anos. O caso teve repercussão e as jovens alunas decidiram, elas mesmas, deixar o curso.

Mas, existem formas de evitar que o preconceito impeça quem já viveu mais realize sonhos como uma universidade? “A graduação é sonho de muitas pessoas, que depois de conquistar certa estabilidade, conseguem voltar aos estudos e realizar. Como professor, aprendo muito com meus alunos com mais de 40 anos, pois eles trazem uma bagagem cultural e uma vivência do mercado de trabalho que é muito distante dos alunos mais jovens”, conta o professor de Empreendedorismo e Diretor de Inovação da UniFECAF, Pedro Debiazi.

Debiazi explica que as turmas dentro do ensino superior têm sido cada vez mais heterogêneas, ou seja, reunindo pessoas com perfis sociais diferentes. “É uma miscelânea de culturas, identidades e faixas etárias. Essa mistura enriquece muito as discussões em sala de aula, estimulando reflexões importantes para a transformação da nossa sociedade”.

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O professor lamenta os casos de etarismo e explica como o ambiente escolar pode facilitar a inclusão de pessoas de todas as idades. “Na UniFECAF ao trabalhar com soft skills, por exemplo, os alunos mais velhos têm sempre boas experiências para compartilhar, possibilitando a contextualização daquele conteúdo para os mais jovens”, observa Debiazi sobre a oportunidade proporcionada pelo intercâmbio geracional em sala de aula.

Por fim, o diretor da UniFECAF manda um recado para quem já batalhou para construir a vida e agora quer estudar. “Diria para esse estudante ou para essa estudante nunca desistir do seu sonho, porque não existe idade certa para começar algo. Basta sonhar, acreditar e realizar!”, completa.

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Dicas para quem não conseguiu passar nas opções escolhidas no Sisu 2023

Para tentar recuperar o investimento feito, é importante traçar estratégias e, principalmente, cuidar da questão emocional.

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Sisu 2023

Com a divulgação do resultado do Sistema de Seleção Unificada (SISU) nesta terça-feira, 28, muitos estudantes acabam frustrados ao descobrir que não passaram para as opções escolhidas. Sentimentos como ansiedade, irritabilidade, culpa e até mesmo depressão podem se manifestar com o que parece o fim de um sonho e a incerteza sobre o futuro. Entretanto, nem tudo está perdido. Para tentar recuperar o investimento feito, é importante traçar estratégias e, principalmente, cuidar da questão emocional.

Segundo o Coordenador de Curso e Pré-vestibular do pH, Diogo D’Ippolito, após o encerramento das inscrições e do resultado de fato, o SISU abre um período para os candidatos e candidatas que não foram aprovados manifestarem interesse na lista de espera – para preenchimento das vagas eventualmente não ocupadas na chamada regular. “Mas atenção: você só pode manifestar interesse na lista de espera em apenas um dos cursos para o qual optou por concorrer em sua inscrição ao SISU e, além disso, se você for selecionado na chamada regular em uma das suas opções de vaga, está inapto a participar da lista”, explica.

Já quem não foi aprovado na chamada regular e nem nas chamadas da lista de espera ainda pode tentar um “SISU 2”, que acontece no meio do ano. Isso significa um novo processo de inscrição, com novas duas opções de interesse, novas notas de corte e por aí vai. É, literalmente, uma segunda chance para os candidatos e candidatas que não foram convocados pelo SISU 1 ou foram aprovados para cursos que de fato não desejam cursar. Esse processo, entretanto, pode ser um gatilho para muitas emoções indesejadas, que podem acabar minando o desempenho do aluno que está se preparando para um novo ENEM.

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O educador Fernando Gabas, fundador da Academia Soul – empresa especializada em soluções para Educação Socioemocional para escolas – lembra que existem estudos que mostram que praticamente 90% de nossas preocupações nunca acontecem, mesmo assim, “continuamos sofrendo de ansiedade com a tendência de projetar um futuro recheado de fatos experiências desagradáveis”. De acordo com o especialista em mindfullness, existem algumas maneiras para reduzir a ansiedade, dentre as quais ele destaca a análise racional e uma mais experiencial. “Uma análise racional significa uma auto investigação dos processos de pensamento, questionando o benefício dessa ansiedade. Não é só sobre o fato das nossas preocupações não se concretizarem em 9 de 10 vezes, é sobre entender que sofrer por uma situação que ainda não aconteceu ou que está fora do nosso controle é inútil e ainda fará com que você fique cego para inúmeras oportunidades que podem surgir no meio do caminho”, ensina.

Já na abordagem experiencial, o indivíduo deve começar a treinar sua mente para estar presente à realidade o tempo inteiro, descondicionando seu cérebro a viver sempre no futuro ou no passado. Estudos comprovam que em 8 semanas já é possível obter grandes resultados. Com o tempo, sua mente perde o interesse de ficar projetando fatos no futuro e sofrendo de ansiedade, ela fica mais presente aos fatos que se apresentam momento a momento. O resultado disso é muito mais tranquilidade, clareza, inteligência e capacidade de tomada de decisões. “É comum, ainda mais quando somos mais jovens, que ao enfrentar uma situação indesejada, tenhamos a tendência de achar que é o fim do mundo. No entanto, se olharmos para trás, veremos que isso quase nunca é verdade. O estudante deve manter a calma, para perceber que esse tempo de espera até a próxima prova pode significar um amadurecimento importante em sua vida, inclusive no sentido de poder tomar uma decisão mais assertiva sobre a faculdade e sua profissão no futuro”, completa Fernando.

Agora, para quem conseguiu ser aprovado, uma dica final é lembrar que os próximos passos não são mais pelo SISU, reforça D’Ippolito. “Após aprovação em uma das duas opções de curso, muitas pessoas acham que devem realizar os próximos passos, como matrícula por exemplo, ainda na plataforma do SISU. Na verdade, a partir do momento em que você é aprovado, tanto na chamada regular como pela lista de espera, todo o processo agora acontece diretamente entre você e a instituição para a qual foi selecionado. Fique de olho nos dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em edital próprio: isso é tarefa sua!”, completa.

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