Vestibular Facens

Empregabilidade alta é marca registrada da Facens

O aluno Bernardo Mendonça faz parte de uma estatística muito animadora: a dos jovens estudantes de engenharia que já estão empregados na área, antes mesmo de se formar. Além das aulas, ele dedica parte de seu tempo para realizar as tarefas de analista de telecomunicações. “É uma experiência incrível para mim. Eu estava precisando de um emprego e apareceu esta oportunidade para já atuar na área. E o melhor, aqui mesmo dentro da Facens. Assim, eu saio do meu trabalho e 10 minutos depois estou dentro da sala de aula”, ele conta. A chance, aliás, foi proporcionada por uma das parcerias da Facens com grandes empresas.

A alegria do aluno vai além de poder receber um contra-cheque no fim do mês e, com isso, ajudar a família. “Aqui o aprendizado é grande. E penso também na chance de me formar e conseguir continuar atuando com isso, dentro da minha área”, completa Bernardo.

Conquistar a vaga, no entanto, não foi tão simples. Ele concorreu com um número grande de interessados. Em sua opinião, o que ajudou foi a sua postura dentro e fora da sala de aula. Como a alta frequência às aulas, as boas notas, mas também a dedicação a projetos extra-curriculares e, no dia a dia, o comportamento sério e “profissional”.

É esse tipo de perfil, bastante valorizado pelo mercado, que contribui para o alto índice de empregabilidade dos recém-formados da Facens, que há 12 anos se mantém numa média acima dos 90%, considerado excepcional principalmente em um contexto de desemprego geral, como vemos na atualidade.

Muitos dos ex-alunos formados pela instituição, por seu lado, também estão buscando contribuir para a alta empregabilidade de profissionais tão bem qualificados, como explica o engenheiro eletricista Rubens Augusto Romano, que ajudou a formar a Associação Alumni Facens. Reunindo outros ex-alunos como ele, a associação tem entre seus propósitos a transmissão de conhecimento aos atuais alunos, com a realização de palestras e workshops, por exemplo, e ainda o fortalecimento de algo precioso: o networking. Isso ajuda não só a criar oportunidades para os atuais formandos, como também alinhar profissionais já formados há algum tempo com as demandas, sempre dinâmicas e exigentes, do mercado. “Quando me formei, há 35 anos, o mercado disputava os recém-formados. Hoje não é bem assim. Hoje a concorrência é bem maior. Por isso mesmo é tão importante poder contar com a qualidade da formação da Facens. E nós, que estudamos aqui, conhecemos esse diferencial”, explica Romano.

João Marcos Anuntes está no penúltimo ano do curso de engenharia da computação e bembém já está empregado. Iniciou como estagiário na área e, um mês depois, foi efetivado como Assistente de Projetos. Em sua opinião, contribuíram para a efetivação sua postura de envolvimento e comprometimento com o trabalho. “Desde o início, não encarei como estágio, mas sim como um trabalho”, conta o aluno. “E vejo a efetivação no cargo como um reconhecimento ao meu esforço e comprometimento”, avalia.

O atual orientador do LINCE, que reúne vários projetos mão na massa da Facens, como os de automobilismo SAE (como o Fórmula, de carro a combustão e elétrico), os robôs de competição e até os aviões do projeto Aerodesing, também já passou pelas salas de aula da Facens como aluno bem antes de assumir a atual responsabilidade. A Facens privilegia o ensino prático, que, por sua vez, é muito valorizado no mercado. “É uma experiência abrangente, visto que não basta dominar o conhecimento técnico, mas incluir também aspectos como gestão de equipe, financeira e até o marketing de projetos. Aqui nossa preocupação também é fazer o aluno aprender a aprender”, Fernando descreve.

Paulo Roberto de Carvalho, reitor da Facens, resume o tripé que constitui a essência do ensino oferecido pela Facens: “Temos professores que conhecem muito bem a realidade do mercado, parcerias com empresas e o ensino mão na massa. Temos mais de 50 laboratórios, que fazem a diferença. Quando nossos alunos vão procurar estágio, vemos que as empresas já conhecem essa característica da nossa formação, o que coloca nossos alunos em vantagem na competitividade dessa busca”. Além disso, a instituição se preocupa em formar cidadãos, pessoas atentas ao contexto que os cerca. Desde o ensino, podem desenvolver trabalhos como o que foi feito com a ONG Coeso, uma creche que recebe óleo doado para a produção de sabão. Alunos de engenharia química ajudaram a desenvolver os produtos melhorando o pH e o cheiro do sabão. Alunos de engenharia de produção ajudaram a otimizar os processos de produção. “Então, no campus, o nosso aluno encontra várias oportunidades de projetos que acabam enriquecendo sua formação. Quando o aluno lê, ele esquece; quando vê, ele lembra; mas quando faz, aí sim aprende e nunca mais esquece”, resume o reitor.

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