Vestibular Facens

Na Facens se aprende fazendo

A Facens é uma instituição de ensino superior com vários diferenciais, e um dos que mais chamam a atenção é o conceito hands on (ou mão na massa), que permite ao aluno aprender também na prática, e desde os primeiros semestres de aula.

“Uma das razões para isso é ir buscar a motivação do aluno. Estamos falando das gerações que já nascem com um smartphone nas mãos. Para competir com isso, precisamos ir além da aula descritiva, em que o professor fica lá na frente falando sozinho. É preciso ter novas metodologias de aula e estamos sempre investindo em atualização, dos professores e funcionários”, conta Antonio Carlos Gomes Junior, assessor da Diretoria e coordenador do curso de Engenharia Mecânica.

“A gente mostra, dentro da sala de aula, situações e cases do mercado de trabalho e de forma atrelada a várias disciplinas. Assim, o aluno vivencia durante o curso experiências que ele só encontraria depois de anos de vida profissional. A partir da facilidade em sintonizar o conteúdo das disciplinas com as vivências reais do trabalho, ele vai conseguir também contextualizar muito melhor o aprendizado obtido em sala de aula e solucionar problemas com maior precisão. Com isso, estará muito mais seguro na hora de tomar decisões profissionais”, explica o professor Eliney Sabino, coordenador do curso de Jogos Digitais da Facens.

Essa nova forma de obter conhecimentos tem outro resultado positivo: maior empregabilidade. Há anos os recém-formados da Facens se situam em um índice de empregabilidade acima dos 90%. Isso acontece porque, com o conhecimento prático adquirido na formação, eles saem da graduação não com o perfil de estagiário, mas de um profissional com alguma experiência. É uma vantagem e tanto dentro de um cenário tão competitivo como o atual.

Dentro do curso de Jogos Digitais, por exemplo, o aluno não desenvolve apenas games. “Ele aprende a atuar também na área de serious games, que utiliza elementos como realidade virtual e inteligência artificial para criar simuladores para uma indústria, para o setor aeronáutico, ou até mesmo para as áreas de educação e saúde. Em vez de dissecar um cadáver, com realidade virtual é possível percorrer todo o corpo humano e realizar estudos minuciosos, sem custos adicionais e sem periculosidade”, conta Eliney.

Enquanto isso, o aluno de Análise de Sistemas, curso que ele também coordena, utiliza desde o princípio com robótica, inteligência artificial e a parte de desenvolvimento para aplicações mobile, além da questão de segurança, rede e de dados, enfim, são profissionais que estão trabalhando com aquilo que mais o mercado tem demandado. Por isso eles são absorvidos pelo mercado de trabalho tão rápido.

 

Antonio Carlos lembra que os núcleos de projetos, como o LINCE, também têm papel fundamental na formação do aluno. “Um dos nossos carros de competição, o Fórmula SAE, a combustão, é reconhecido hoje como o melhor de toda a América Latina. Para chegar aí o aluno precisa desenvolver uma série de componentes do carro de forma muito confiável. É um trabalho consistente que vai despertar o interessa das empresas que trabalham com isso. E isso acontece com todos os outros projetos. O LINCE funciona como uma empresa júnior (excluir), e tem também outros carros, robôs, concurso de concreto. Tem ainda o Fab Lab, que foi pioneiro em nossa região, e uma coisa que poucas universidades no mundo apresentam, que é o laboratório de Manufatura 4.0. Em visita há alguns meses na Alemanha, a gente vê que lá a estrutura é um pouco maior, com mais bancadas de trabalho. Eles só não têm a versatilidade que temos aqui”, compara Antonio Carlos.

Para aproximar as empresas desses alunos bem qualificados, a Facens investiu ainda na realização de um Sistema de Gestão de Estágio, que divulga oportunidades de estágio, mas também de trabalho efetivo. Mas o networking continua com professores que são trazidos do mercado e fomentam essa ponte entre a academia e as empresas. Há também o IPEAS, instituto de pesquisa onde os alunos com esse interesse podem exercer sua vocação. Sem falar, mais uma vez, dos próprios centros de inovação da Facens, que ajudam a dar visibilidade à excelência das ideias e dos trabalhos realizados pelos alunos.

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