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Obras obrigatórias 2022: Poliedro lista 5 dicas para estudar livros indicados

Fuvest e Unicamp estão entre as universidades que demandam leituras no processo seletivo; títulos representam grande peso na composição da nota final

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Obras obrigatórias 2022: Poliedro lista 5 dicas para estudar livros indicados

A preparação para os principais vestibulares do País está a todo o vapor, mas muitos estudantes deixam de lado uma peça-chave para conquistar uma boa pontuação nas provas: a leitura das obras obrigatórias.

Grandes vestibulares, como Fuvest e Unicamp, por exemplo, atualizam anualmente suas listas de leituras, que possuem grande peso no cálculo da nota total do exame. No caso da segunda fase da Fuvest, as questões de Literatura representam 12.5% da pontuação, aproximadamente. Já na Unicamp, o peso é um pouco menor, tendo em vista que há mais questões específicas das disciplinas selecionadas pelo candidato. Ainda assim, ler as obras obrigatórias pode ser um critério de desempate.

Segundo Maria Catarina Bozio, coordenadora pedagógica e coordenadora de redação do Poliedro Colégio de São José dos Campos, questões sobre os títulos recomendados podem aparecer tanto na primeira quanto na segunda fase e em questões objetivas e dissertativas. “Na primeira etapa, as questões tendem a ser mais simples e, às vezes, têm enunciados intuitivos. Já na segunda fase, em quase metade dos itens não é possível responder com segurança sem ter estudado as obras obrigatórias. Uma leitura atenta, com análise crítica, é essencial para garantir pontuação relevante”, explica.

De acordo com a coordenadora, as obras da Fuvest são mais canônicas, consolidadas. Já a lista da Unicamp é composta por títulos menos convencionais, mas, ainda assim, muito relevantes. “O aluno que está estudando para a Fuvest pode encontrar inúmeros materiais de apoio na internet, como pesquisas, resumos e videoaulas. No caso da Unicamp, pode haver maior dificuldade de encontrar referências, já que alguns livros ainda não foram amplamente discutidos”, pontua.

Para auxiliar os estudantes a obter o melhor desempenho possível, a coordenadora listou 5 dicas para estudar os livros indicados:

1. Crie roteiros de leitura

Uma forma interessante de memorizar os principais pontos da obra é criar roteiros de leitura com o apoio de professores. Neles, devem estar destacados o que deve ser observado, o contexto histórico e o movimento literário a que a obra pertence, assim como sugestões de abordagens críticas e outras questões relevantes para os vestibulares. O material também pode servir como uma revisão perto da data da prova.

2. Não deixe para a última hora: organize o tempo de leitura para cada obra

Não há um prazo ideal para começar as leituras, mas é importante que os estudantes se preparem com antecedência para não deixar tudo para a última hora. Organize-se para tentar finalizar um livro por mês, por exemplo. Assim, pode anotar os pontos principais e assimilar, com calma, o aprendizado.

3. Exercite a análise crítica e a leitura atenta

Tenha uma postura ativa na hora da leitura. Analise os conteúdos com profundidade, retome passagens importantes e anote tudo o que achar relevante para o contexto da produção. Assim, terá uma visão mais qualificada sobre a obra quando finalizá-la.

4. Tente adequar as leituras de acordo com o seu cronograma pedagógico

Uma recomendação é tentar ajustar as leituras de acordo com o conteúdo que estiver estudando em sala de aula. Se o tema da semana for Classicismo, leia os Sonetos, de Camões. Se for Barroco, dedique-se ao Gregório de Matos. Assim, fica mais fácil desenvolver análises mais completas, entender os contextos de produção, estilos adotados, entre outros pontos relevantes. Também é possível se organizar de acordo com preferências e aptidões, conhecendo um pouco de cada autor para entender qual o deixa mais confortável para começar.

5. Saiba utilizar os materiais complementares

Acompanhar resumos da internet, videoaulas, pesquisas e reportagens sobre as obras obrigatórias é muito relevante, mas lembre-se: os materiais são ótimos quando utilizados como ferramentas complementares, não como substitutos da leitura na íntegra. São um reforço a mais para que o estudante tenha perspectivas diferentes e compreenda passagens com maior profundidade.

Sobre o Poliedro Colégio

Com escolas próprias em São José dos Campos, São Paulo e Campinas, o Poliedro Colégio já beneficiou mais de 13 mil estudantes ao oferecer uma educação integral que vai muito além da sala de aula.

Com uma metodologia de excelência, baseada na formação acadêmica e humana, no apoio pedagógico e na tecnologia, o Poliedro desenvolve o aprendizado para a vida toda, potencializando competências e formando cidadãos atuantes que farão a diferença na construção de um mundo melhor.

Para mais informações, acesse o site www.colegiopoliedro.com.br

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10 dicas de temas de Atualidades que podem cair no Enem 2021

O professor de Geografia do Colégio Mopi (RJ), Luiz Espírito Santo, relacionou temas da atualidade que podem ser cobrados nas provas de Ciências Humanas.

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10 dicas de temas de Atualidades que podem cair no Enem 2021

Estamos a pouco menos de um mês para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021, que acontece nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital.

O professor de Geografia do Colégio Mopi (RJ), Luiz Espírito Santo, relacionou temas da atualidade que podem ser cobrados nas provas de Ciências Humanas. “Nos últimos anos, as provas de Ciências Humanas do ENEM sofreram nítidas modificações. Houve um claro empobrecimento das reflexões em História, uma quantidade de questões de Filosofia acima da média na prova aplicada em 2019, assim como de Geografia na prova que foi aplicada no início de 2021, após o adiamento por conta da pandemia. No que diz respeito a possíveis atualidades a serem cobrados como questões na prova de Ciências Humanas do ENEM, entendo que há a chance de serem omitidas, uma vez que, ao que parece, houve um certo cuidado nos últimos anos para evitar temas mais contemporâneos e potencialmente polêmicos”, explica o professor Luiz.

10 dicas de temas de Atualidades – Enem 2021

Confira abaixo 10 temas da atualidade que podem ser abordados na prova do Enem 2021:

  1. O aprofundamento das desigualdades sociais durante a pandemia;
  2. Os sistemas públicos de saúde (Brasil e outros países);
  3. O paradoxo elevada produtividade e faturamento do agronegócio x aumento da insegurança alimentar no Brasil;
  4. Como os processos de Globalização aceleraram a dispersão da pandemia;
  5. Comparação entre as pandemias de gripe espanhola (1918-1920) e a atual de covid-19;
  6. Comparação entre a resistência que culminou na Revolta da Vacina (1904) e o atual negacionismo e movimento antivacina em relação à covid;
  7. Explosão da uberização no mundo com pandemia;
  8. Impactos ambientais provocados pela expansão da fronteira agrícola no Brasil;
  9. Desigualdade social expressa nas diferentes condições sanitárias nós territórios por conta da pandemias de covid;
  10. Desigualdades sociais escancaradas entre a educação pública e a privada durante a pandemias em face da necessidade de adotar o ensino remoto.

Plantão Enem

Veja aqui outras dicas e informações sobre o Enem 2021

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Prova do Vestibular Estadual 2022 será aplicada em Março de 2022

As inscrições do Vestibular Estadual Uerj 2022 serão na segunda quinzena de dezembro e a data da prova foi alterada para 20 de março de 2022. 

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Vestibular Estadual Uerj 2022 tem data definida

O Departamento de Seleção Acadêmica (DSEA) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro informa que aplicará apenas 1 (um) Exame no Vestibular Estadual 2022, contendo 60 (sessenta) questões objetivas e uma prova de Redação.

As inscrições serão na segunda quinzena de dezembro e a data da prova foi alterada para 20 de março de 2022.

Mais informações: https://www.vestibular.uerj.br/

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Vestibular de Verão 2022: carreira em ascensão, Psicologia da PUC-SP está entre os melhores cursos do país

O curso de Psicologia da PUC-SP é considerado o melhor do país entre as universidades privada e em quinto lugar na classificação geral

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Vestibular de Verão 2022: carreira em ascensão, Psicologia da PUC-SP está entre os melhores cursos do país

Considerado o melhor do país entre as universidades privada e em quinto lugar na classificação geral, à frente até mesmo da USP (Ranking Universitário Folha/2019), o curso de Psicologia da PUC-SP oferece ao estudante uma formação equilibrada, que une teorias, técnicas, incentivo à pesquisa, prática profissional e debate crítico e reflexivo sobre o compromisso da ciência e da profissão.

Com vasta área de atuação, em campos clínicos, educacionais, assistenciais, esportivos, jurídicos, empresariais, de saúde, de trânsito, de meio ambiente entre outros, trata-se de uma profissão em plena ascensão.

“Devido à pandemia da Covid-19, a Psicologia tem sido muito solicitada no campo da saúde mental, na área das avaliações, relações sociais, minorias e desigualdades. Houve uma procura maior pelo trabalho do psicólogo, vários grupos se organizaram para atendimento online, emergencial e gratuito.

Além disso, posso afirmar que mesmo diante deste contexto difícil que atravessamos, não houve desistência por parte dos alunos e a procura pelo curso se manteve, o que confirma sua excelência”, afirma o coordenador de Psicologia, professor Claudinei Affonso.

A graduação, que conquistou cinco estrelas no Guia da Faculdade Estadão, conta com a Clínica Psicológica Ana Maria Poppovic, que oferece condições para estágios acadêmicos em atendimento à saúde mental da população, e com o Laboratório de Psicologia Experimental, utilizado para aulas práticas de Psicologia Comportamental, bem como para atividades de estudo e pesquisa voltadas ao desenvolvimento do conhecimento científico na área.

Os alunos também podem optar por estágios supervisionados em instituições e serviços diversos com os quais o curso mantém parceria, como hospitais, escolas e comunidades.

Ex-alunos de Psicologia em destaque na profissão

Marcio Gagliato – formou-se em 2007, é Consultor Global junto à Organização das Nações Unidas (ONU), especialista em ajuda humanitária internacional

“O curso de Psicologia ofereceu um ambiente acadêmico plural importante. Ali naveguei uma série de áreas de conhecimento, frequentemente dialogando com a realidade cotidiana dos desafios e contradições das desigualdades ao nosso redor. Motivei e fui motivado na universidade a construir essas pontes de diálogo, me recordo um dos projetos “solidariedade: desejo ou culpa?” que organizamos, nós estudantes, com apoio dos docentes. Sementes foram ali plantadas, lembro de questões desse projeto que desde então continuam comigo até hoje, e se atualizam no exercício da minha profissão.

Na minha carreira, devo muito a tantos, entre estes, certamente a PUC-SP. Tanto nas suas excelências quanto nas contradições. Entrei na PUC-SP como um certo “menino do interior” (sou natural de Marilia/SP) e saí para enfrentar um mundo complexo. Tenho um carinho genuíno por todos os anos que ali passei, principalmente pelo corpo docente que mesmo naquela tenra idade, estabeleci verdadeiras relações de amizade que perduram até hoje, seja no cotidiano, ou na lembrança. A PUC-SP me deu condições de crescer muito e vejo como privilégio ter tido a oportunidade de circular em tais corredores (a propósito, meus dois lugares preferidos: o Pátio da Cruz e a Capela da PUC-SP). Claro, dependia muito de nós – discentes – aproveitarmos o que ela oferecia também, e considero que aproveitei. Vale lembrar duas experiências específicas que foram oferecidas e que praticamente me lançaram para uma trajetória profissional sólida. Foi o projeto de cooperação da PUC-SP com Timor-Leste, em 2004, onde por lá fiquei por seis meses, e um outro que foi um salto mais ambicioso ainda, o de ter recebido, via PUC-SP, uma bolsa em Direitos Humanos pela Universidade de Columbia (NY), que fui selecionado após uma banca de seleção com Oscar Vilhena e Flávia Piovesan, nomes que dispensam apresentações.

Toda minha trajetória profissional, desde que me formei, tem sido atuando no campo de ajuda humanitária internacional, em uma área hoje descrita internacionalmente como Saúde Mental e Apoio Psicossocial (SMAPS) em emergências humanitárias.

Passei muitos anos vivendo e atuando nos contextos de crise em mais de 15 países ao redor do mundo, alguns deles praticamente inacessíveis hoje em dia por conta dos conflitos internos, como Líbia, Síria ou ainda a Faixa de Gaza. Trabalhei com organizações internacionais, como o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, agências das Nações Unidas, com UNICEF e OIM, ou ainda a mais recente, na Organização Mundial da Saúde, em Genebra (no setor de Saúde Mental).

Hoje, atuo como Conselheiro Global na construção técnica de políticas e diretrizes internacionais sobre o setor SMAPS junto às Nações Unidas e acabo de receber um convite muito especial de me tornar agora, em 2021, um dos co-diretores do mais antigo curso global sobre esse setor (Mental Health in Complex Emergencies) na Universidade de Fordham, dos Estados Unidos, formando líderes internacionais para um mundo com desafios humanitários cada vez maiores e complexos”.

Gabriel Puopolo de Almeida – formou-se em 2004, é instrutor de Psicologia na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Academy

“Estudei Psicologia na PUC-SP entre os anos de 2000 e 2004. Muito mais do que o acesso às teorias, técnicas e instrumentos dessa área do conhecimento, encontrei ali um espaço que me ajudou a pensar como um psicólogo, me estimulando a expressar minhas opiniões de forma embasada, porém livre. A PUC-SP me ajudou a “conectar os pontos”, incentivando a unir o individual e o coletivo, o privado e o social. Me deu base para poder exercer a psicologia com autonomia, porém sem nunca perder o senso de responsabilidade, tanto para com a própria profissão como para com as comunidades com as quais vim a trabalhar. Mesmo depois de tantos anos, continuo notando a força do impacto dessa formação na minha atuação. Como clínico e como psicólogo do esporte, percebo o quanto a variedade de abordagens com as quais tive contato e a liberdade do pensar me auxilia a lidar com a diversidade da experiência humana, seja no consultório ou nos grupos com os quais trabalho.

Atualmente, sou instrutor de Psicologia na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Academy, psicólogo clínico (Psicanálise Reichiana), psicólogo do esporte (futebol), professor do Instituto Sedes Sapientiae e trainer do Instituto de Análise Bioenergética de São Paulo)”.

Ex-aluna fala sobre o curso e a experiência de intercâmbio na Finlândia

Maria Beatriz Baggio Zanetti Nucci de Oliveira – formou-se em 2020

“Fiz meu intercâmbio no segundo semestre de 2019 e me formei em Psicologia no final de 2020. Fiz um ano a mais de faculdade e valeu muito a pena para ter a experiência do intercâmbio em Oulu, na Finlândia. Não estudei matérias diretamente relacionadas a Psicologia, porém consegui expandir meus estudos em Cultura e Antropologia, áreas que tem muita intersecção com o curso. As aulas me trouxeram a oportunidade de refletir acerca das aplicações da minha área em um outro país e o quanto nossa atuação é plural. Me ajudou a entender na prática como os costumes, hábitos e clima atuam e afetam diferentemente a saúde mental das pessoas em outros lugares do mundo, depois de anos entrando em contato com todas as peculiaridades da atuação no Brasil. Só de entrar em contato com uma língua diferente, que tem 9 palavras diferentes para neve, por exemplo, já dá pra sentir na prática que a construção de repertórios é completamente distinta do Brasil. Além de ter me trazido uma perspectiva mais ampla sobre a aplicação da Psicologia, houve um crescimento pessoal único que levo não só para a minha vida, mas também para a minha atuação, pois foi com o intercâmbio que me apaixonei novamente pela Psicologia, e a PUC-SP foi importantíssima nesta experiência.

O curso de Psicoligia da PUC-SP é completo no que diz respeito a fazer os alunos entrarem em contato com as diferentes abordagens da área, proporcionando diversas experiências e conteúdo para que, independente da abordagem escolhida para atuação, o estudante se transforme em um excelente profissional. Junto com isso, a graduação oferece diversas aulas que ajudam e impulsionam a construção de um pensamento e atuação críticos, colocando os estudantes para entrarem em contato na prática com o que vemos em sala de aula. Não vou mentir que é um curso puxado, que exige bastante tempo disponível para estudos e estágios, exigindo que os estudantes tomem muito cuidado consigo mesmo, até mesmo por conta dos conteúdos que entramos em contato. Porém, ainda assim é um curso que incentiva os estudantes a serem profissionais éticos, críticos e plurais”.

O curso na visão de uma aluna

Isabella Cordelino – aluna do oitavo semestre

“Eu acho um curso com uma excelente matriz curricular e corpo docente, um dos poucos de Psicologia que estimula o pensamento crítico. A escolha pela PUC-SP se deu pela ênfase em psicanálise e justamente pelo grande estímulo ao pensamento crítico, tanto na Psicologia enquanto ciência, quanto em questões políticas e sociais que, claro, tangenciam a prática profissional, mas que atingem a sociedade como um todo.

Ainda não trabalho, mas além dos professores incentivarem a busca por estágios e trabalhos voluntários, também divulgam vagas e sempre dão dicas sobre a inserção do aluno no mercado de trabalho.

Ao longo da graduação temos disciplinas muito abrangentes, que acabam contribuindo com um panorama geral sobre a Psicologia, algo que não vemos em diversas outras faculdades”.

Clique aqui para conhecer a grade curricular, o corpo docente e o valor da mensalidade do curso de Psicologia da PUC-SP.

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