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Vestibular ou Sisu – Qual a diferença?

Muitos estudantes não sabem qual a diferença entre vestibular e Sisu. Para começar é bom que entendam que os dois são formas de seleção.

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Vestibular ou Sisu - Qual a diferença?

Muitos estudantes não sabem qual a diferença entre vestibular e Sisu. Para começar é bom que entendam que os dois são formas de seleção de candidatos para ingresso no ensino superior.

Vestibular ou Sisu – Qual a diferença?

O vestibular é mais tradicional e consiste principalmente na aplicação de um exame, que aprova quem tem as melhores notas.

Já o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) é o sistema, criado pelo Ministério da Educação, no qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas e usam a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério único. Não existe aplicação de prova neste formato. A única obrigação é ter feito o Enem.

No Sisu o desgaste é menor, mas também exige uma boa nota no Enem. A vantagem do vestibular é que você aumenta suas chances de ingresso. Cada processo tem suas vantagens e desvantagens, recomendamos que avalie o que funciona melhor para você.

 

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Não paguei a taxa de inscrição do Enem 2022. E agora?

O pagamento da taxa de R$ 85 era obrigatória para quem não obteve isenção. O que acontece com quem não pagou a taxa do Enem?

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Não paguei a taxa de inscrição do Enem 2022. E agora?

Terminou às 22h desta sexta-feira (27) o prazo para o pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022, impresso e digital. O pagamento da taxa de R$ 85 era obrigatória para quem não obteve isenção. “Não paguei a taxa de inscrição do Enem 2022. E agora?”

Quem não fez o pagamento dentro do prazo indicado não terá sua inscrição confirmada e não poderá participar do Enem 2022, que acontece nos dias 13 e 20 de novembro, de acordo com o Inep.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, tornou-se uma das principais portas de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (ProUni). Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes.

Os resultados são usados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso aos auxílios governamentais, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Com informações da Agência Brasil

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Lei que amplia Prouni para estudantes de escolas privadas é sancionada

Novas regras do Programa Universidade para Todos (Prouni) para alunos de escolas particulares começam a valer a partir de 16 de julho

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Câmara aprova Medida Provisória que modifica regras do Prouni

O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou a Lei 14.350/2022 que amplia o acesso ao Programa Universidade para Todos (Prouni) para alunos de escolas particulares, mesmo sem bolsa de estudos. Antes, só estudantes de escolas públicas ou que passaram por escolas privadas com bolsa integral podiam participar do programa. As novas regras começam a valer a partir do dia 16 de julho.

Prouni – Escolas Privadas

O texto, originado da Medida Provisória (MP) 1075/21, diz que as bolsas do Prouni continuarão a ser oferecidas aos estudantes de baixa renda, cuja renda familiar não ultrapasse os três salários-mínimos, mas que o perfil socioeconômico deixará de ser um critério de pré-seleção. O desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) continuará sendo considerado critério.

Com as novas regras, os estudantes com deficiência e os professores da rede pública que vão cursar pedagogia ou licenciatura continuam a ser beneficiados com as bolsas do Prouni. Eles já eram contemplados na legislação anterior do programa.

Na sequência vêm os alunos que cursaram todo o ensino médio em rede pública; alunos que dividiram o ensino médio entre a rede pública e a privada, com bolsa integral; alunos que dividiram o ensino médio entre a rede pública e a privada, com bolsa parcial ou sem bolsa; alunos que fizeram todo o ensino médio na rede privada, com bolsa integral, e os alunos que fizeram todo o ensino médio na rede privada, com bolsa parcial ou sem bolsa.

A lei também autoriza que o Ministério da Educação (MEC) dispense a apresentação de documentos que comprovem a eventual deficiência do candidato e sua renda familiar mensal, caso essas informações já estejam em bancos de dados do governo.

Pelas novas regras, ficam extintas as bolsas parciais de 25%. A partir de agora, as bolsas do Prouni deverão ser integrais ou de 50%. Não há mudança no percentual mínimo de bolsas a serem concedidas pelas instituições.

O texto veda ainda aos beneficiários acumular mais de uma bolsa do Prouni. Também fica proibida a concessão de bolsas para alunos de universidades públicas e para estudantes que, numa outra instituição, façam uso do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Apesar de as bolsas do Prouni serem destinadas a estudantes que estão na primeira graduação, a lei abre uma exceção para cursos onde há concomitância ou complementariedade de bacharelado e licenciatura. Nesses casos, o estudante pode obter a bolsa do Prouni para cursar a segunda parte da formação.

De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência, os critérios de oferta das bolsas serão estabelecidos em regulamento pelo Ministério da Educação. As instituições que desejarem aderir ao programa terão quer cumprir algumas obrigações previstas no termo de adesão.

Dentre elas estão a previsão de percentual de bolsas de estudo destinado à implementação de políticas afirmativas de acesso ao ensino superior de: pessoas com deficiência, na forma prevista na legislação; autodeclarados indígenas, pardos ou pretos; e estudantes egressos dos serviços de acolhimento institucional e familiar ou neles acolhidos.

O estabelecimento que descumprir essas regras fica sujeito à suspensão do Prouni, sem prejuízo para estudantes já atendidos.

Fonte: Agência Brasil

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Últimos dias de inscrições abertas para o Vestibular de Inverno da PUC-SP

As inscrições para o Vestibular de Inverno da PUC-SP estão abertas até o dia 31 de maio de 2022.

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PUC-SP abre inscrições para o vestibular de inverno

As inscrições para o Vestibular de Inverno da PUC-SP estão abertas até o dia 31 de maio de 2022.

Vestibular de Inverno PUC-SP 2022

De acordo com o edital, o processo seletivo será através de prova online ou com a nota do ENEM.

Os que escolherem pela primeira modalidade farão prova online, dia 12/6. Ela será composta de Redação e provas de Matemática, Física, Química, Biologia, História, Geografia, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Literatura e Atualidades, conforme estabelecido no Manual do Candidato.

Já pela segunda modalidade, os candidatos poderão usar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), por meio do resultado obtido pelo(a) candidato(a) nas edições entre 2016 e 2021, desde que a média obtida tenha sido igual ou superior a 450 pontos.

O valor da taxa de inscrição é de R$180,00 para quem optar por fazer a prova online e R$50,00 para que optar por se inscrever com a nota do ENEM.

Cursos oferecidos

  • Administração
  • Ciências Econômicas
  • Design
  • Direito
  • Jornalismo
  • Relações Internacionais

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Em 2021, a PUC-SP foi eleita a melhor universidade privada do país pelo Guia da Faculdade (antigo Guia do Estudante), publicação do jornal O Estado de S.Paulo em parceria com a empresa Quero Educação. A instituição também é a única universidade privada do estado de São Paulo a figurar entre as 10 melhores do país no ranking internacional QS, da consultoria britânica Quacquarelli Symonds.

Para se inscrever basta acessar o site

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