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Serviço Social

A importância do profissional na sociedade está em alta, principalmente no que diz respeito ao seu trabalho com as políticas públicas. A prova disso é a recente criação no Brasil de uma lei que obriga todos os municípios a terem os chamados Conselhos de Assistência à População.

Crianças abandonadas, mulheres espancadas pelos maridos, idosos na fila da previdência social ou doentes em busca de uma vaga hospitalar. Diariamente, milhares de brasileiros vivem situações como essas, de extremo sofrimento. Além de ajuda material, buscam por um pouco de atenção, por que não dizer, de carinho. Muitas dessas pessoas terão o apoio de um profissional que, freqüentemente, será confundido com um amigo. A confusão é compreensível. Afinal, o assistente social é um profissional preparado para mostrar possíveis caminhos na solução dos mais variados problemas.

Apesar do tipo de auxilio prestado, porém, Serviço Social não deve ser confundido com caridade. Mais que coração, o assistente social utiliza hoje, conhecimentos científicos para desempenhar seu papel. No dia-a-dia, ele aplica conceitos de Psicologia, Sociologia, História, Antropologia e Economia para compreender a realidade em que as desigualdades ocorrem no Brasil e, assim, buscar a solução dos problemas.

A origem da profissão está relacionada ao desenvolvimento do capitalismo. Com o aumento da industrialização, os conflitos dentro das fábricas pediam a presença de um "mediador", que conciliasse as partes envolvidas. Além disso, a mudança nas relações de produção também acentuou as diferenças sociais e, diante do aumento da pobreza, surgiram grupos de voluntários ligados a organizações religiosas. A partir da segunda metade do século XIX, o perfil desse atendimento mudou e cada caso passou, então, a ser estudado e documentado individualmente. A pessoa assistida era motivada a se responsabilizar pela mudança da sua situação, com a participação de parentes e amigos.

Parceiro de profissionais das áreas médica e jurídica, o assistente social atua em equipes ligadas a questões como moradia, saúde, educação, saneamento básico e previdência, analisando as políticas públicas para esses setores. É preciso ter postura crítica e estar atento para que as ações do governo sejam de fato eficientes, atacando as origens dos problemas sociais, e não apenas apresentando soluções paliativas. Quer dizer, é necessário alimentar as crianças com fome, mas é preciso também garantir emprego para seus pais.

Além das grandes questões sociais, o assistente acompanha questões ligadas à família, como separação de casais, guarda de filhos, casos de alcoolismo e consumo de drogas, falecimentos ou processos judiciais. Pode atuar em instituições públicas ou privadas, de todas as áreas, como conselhos estaduais e municipais, prefeituras, varas de justiça da criança e da família, promotorias públicas, previdenciárias, hospitais, penitenciárias, entidades assistenciais, centros comunitários e Organizações não Governamentais (ONGs).

Nas empresas, o assistente social continua a fazer a "ponte" entre patrões e empregados, atuando também em conjunto com o departamento de recursos humanos na área de seleção de pessoal, treinamento, prevenção de acidentes de trabalho e benefícios.

(Texto extraído do Guia das Profissões, versão 2002, da UNESP).

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(FAAP) Em setembro de 2012, o Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (Iara) entrou com representação junto ao Ministério da Educação pedindo a censura de um clássico da literatura brasileira sob a alegação de racismo. O autor e a obra em questão são:

Monteiro Lobato e "Caçadas de Pedrinho".
Eça de Queiroz e "O crime do padre Amaro".
Dalton Trevisan e "Violetas e pavões".
Ruben Fonseca e "Agosto".
Machado de Assis e "Memórias póstumas de Brás Cubas".