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Saiba as principais diferenças entre as provas da Fuvest, Unicamp e Enem

O especialista do SAS lista um breve resumo do que o candidato pode esperar de cada uma das provas e explica a diferença entre elas.

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Saiba as principais diferenças entre as provas da Fuvest, Unicamp e Enem

Entre novembro e dezembro, milhares de jovens farão as provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), além dos testes da primeira fase da Fuvest e da Unicamp. Apesar de todas serem voltadas para o ingresso no Ensino Superior, seus formatos são bem distintos e é fundamental que o vestibulando conheça as principais diferenças para conseguir organizar os estudos e ter um bom desempenho.

“É importante que o aluno saiba que a prova do Enem tem um mesmo padrão de dificuldade de um ano para outro, o que não acontece com os testes da Fuvest e da Unicamp, que lançam novos editais e matrizes de conteúdo anualmente. Além disso, o banco de itens (questões) do Enem – que é utilizado para elaboração da prova – não é alimentado há alguns anos, então o jovem não deve esperar que caiam questões relacionadas à pandemia, retirada das tropas americanas do Iraque, Olimpíadas 2021, entre outros assuntos recentes. Já nas questões da Fuvest e Unicamp, estes temas devem estar presentes”, explica Caê Lavor, diretor de Avaliações e Pré-universitário do SAS.

O especialista do SAS lista um breve resumo do que o candidato pode esperar de cada uma das provas:

Enem

O Enem é corrigido por TRI (Teoria de Resposta ao Item), o que garante uma parametrização da prova ano a ano. A matriz de conteúdo que rege o teste foi proposta em 2009 e é mais genérica. Além disso, há muitas questões que abordam assuntos do Ensino Fundamental. “Para responder as questões do Enem, o aluno não precisa decorar fórmulas, pois ela cobra mais habilidades e conhecimentos práticos. As questões são contextualizadas e trazem informações que ajudam o estudante a resolvê-las”, explica Caê.

Fuvest

As provas da primeira fase para ingresso na Universidade de São Paulo (USP) têm como base a teoria clássica de correção, ou seja, o número de questões acertadas indica a nota. Como um novo edital é lançado anualmente, o teste não tem o mesmo padrão de dificuldade ano a ano. Outra diferença em relação ao Enem é que a maioria das questões cobradas são do Ensino Médio e o aluno que decora fórmulas e acontecimentos históricos pode ter um desempenho melhor. “A prova da Fuvest é muito mais técnica e não tem a premissa de contextualizar as questões, como o Enem”, afirma o diretor do SAS.

Unicamp

As questões da primeira fase da Unicamp se assemelham às da Fuvest no que diz respeito ao grau de dificuldade, contudo são mais contextualizadas e trazem temas atuais com criticidade. A interdisciplinaridade é característica das provas da Universidade Estadual de Campinas. Caê Lavor explica que questões ambientais, econômicas e políticas costumam estar presentes nas provas.

Redações

Segundo o diretor do SAS, a redação das três provas também tem grandes diferenças: “O Enem cobra um texto dissertativo argumentativo desde 2009, então a única surpresa para o candidato é o tema que será proposto. Já a Fuvest e na Unicamp podem pedir diferentes gêneros textuais, então para ir mais preparado é importante conhecer todos eles”, indica.

A última diferença apontada pelo especialista é a cobrança de leituras obrigatórias para Fuvest e Unicamp. “Com relação às obras, vemos que a Fuvest tende a cobrar livros clássicos, enquanto a Unicamp pede composições mais modernas, como o álbum dos Racionais MC’s, no vestibular 2020”, finaliza Caê Lavor.

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Não paguei a taxa de inscrição do Enem 2022. E agora?

O pagamento da taxa de R$ 85 era obrigatória para quem não obteve isenção. O que acontece com quem não pagou a taxa do Enem?

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Não paguei a taxa de inscrição do Enem 2022. E agora?

Terminou às 22h desta sexta-feira (27) o prazo para o pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022, impresso e digital. O pagamento da taxa de R$ 85 era obrigatória para quem não obteve isenção. “Não paguei a taxa de inscrição do Enem 2022. E agora?”

Quem não fez o pagamento dentro do prazo indicado não terá sua inscrição confirmada e não poderá participar do Enem 2022, que acontece nos dias 13 e 20 de novembro, de acordo com o Inep.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, tornou-se uma das principais portas de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (ProUni). Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes.

Os resultados são usados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso aos auxílios governamentais, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Com informações da Agência Brasil

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Lei que amplia Prouni para estudantes de escolas privadas é sancionada

Novas regras do Programa Universidade para Todos (Prouni) para alunos de escolas particulares começam a valer a partir de 16 de julho

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Câmara aprova Medida Provisória que modifica regras do Prouni

O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou a Lei 14.350/2022 que amplia o acesso ao Programa Universidade para Todos (Prouni) para alunos de escolas particulares, mesmo sem bolsa de estudos. Antes, só estudantes de escolas públicas ou que passaram por escolas privadas com bolsa integral podiam participar do programa. As novas regras começam a valer a partir do dia 16 de julho.

Prouni – Escolas Privadas

O texto, originado da Medida Provisória (MP) 1075/21, diz que as bolsas do Prouni continuarão a ser oferecidas aos estudantes de baixa renda, cuja renda familiar não ultrapasse os três salários-mínimos, mas que o perfil socioeconômico deixará de ser um critério de pré-seleção. O desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) continuará sendo considerado critério.

Com as novas regras, os estudantes com deficiência e os professores da rede pública que vão cursar pedagogia ou licenciatura continuam a ser beneficiados com as bolsas do Prouni. Eles já eram contemplados na legislação anterior do programa.

Na sequência vêm os alunos que cursaram todo o ensino médio em rede pública; alunos que dividiram o ensino médio entre a rede pública e a privada, com bolsa integral; alunos que dividiram o ensino médio entre a rede pública e a privada, com bolsa parcial ou sem bolsa; alunos que fizeram todo o ensino médio na rede privada, com bolsa integral, e os alunos que fizeram todo o ensino médio na rede privada, com bolsa parcial ou sem bolsa.

A lei também autoriza que o Ministério da Educação (MEC) dispense a apresentação de documentos que comprovem a eventual deficiência do candidato e sua renda familiar mensal, caso essas informações já estejam em bancos de dados do governo.

Pelas novas regras, ficam extintas as bolsas parciais de 25%. A partir de agora, as bolsas do Prouni deverão ser integrais ou de 50%. Não há mudança no percentual mínimo de bolsas a serem concedidas pelas instituições.

O texto veda ainda aos beneficiários acumular mais de uma bolsa do Prouni. Também fica proibida a concessão de bolsas para alunos de universidades públicas e para estudantes que, numa outra instituição, façam uso do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Apesar de as bolsas do Prouni serem destinadas a estudantes que estão na primeira graduação, a lei abre uma exceção para cursos onde há concomitância ou complementariedade de bacharelado e licenciatura. Nesses casos, o estudante pode obter a bolsa do Prouni para cursar a segunda parte da formação.

De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência, os critérios de oferta das bolsas serão estabelecidos em regulamento pelo Ministério da Educação. As instituições que desejarem aderir ao programa terão quer cumprir algumas obrigações previstas no termo de adesão.

Dentre elas estão a previsão de percentual de bolsas de estudo destinado à implementação de políticas afirmativas de acesso ao ensino superior de: pessoas com deficiência, na forma prevista na legislação; autodeclarados indígenas, pardos ou pretos; e estudantes egressos dos serviços de acolhimento institucional e familiar ou neles acolhidos.

O estabelecimento que descumprir essas regras fica sujeito à suspensão do Prouni, sem prejuízo para estudantes já atendidos.

Fonte: Agência Brasil

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Últimos dias de inscrições abertas para o Vestibular de Inverno da PUC-SP

As inscrições para o Vestibular de Inverno da PUC-SP estão abertas até o dia 31 de maio de 2022.

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PUC-SP abre inscrições para o vestibular de inverno

As inscrições para o Vestibular de Inverno da PUC-SP estão abertas até o dia 31 de maio de 2022.

Vestibular de Inverno PUC-SP 2022

De acordo com o edital, o processo seletivo será através de prova online ou com a nota do ENEM.

Os que escolherem pela primeira modalidade farão prova online, dia 12/6. Ela será composta de Redação e provas de Matemática, Física, Química, Biologia, História, Geografia, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Literatura e Atualidades, conforme estabelecido no Manual do Candidato.

Já pela segunda modalidade, os candidatos poderão usar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), por meio do resultado obtido pelo(a) candidato(a) nas edições entre 2016 e 2021, desde que a média obtida tenha sido igual ou superior a 450 pontos.

O valor da taxa de inscrição é de R$180,00 para quem optar por fazer a prova online e R$50,00 para que optar por se inscrever com a nota do ENEM.

Cursos oferecidos

  • Administração
  • Ciências Econômicas
  • Design
  • Direito
  • Jornalismo
  • Relações Internacionais

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Em 2021, a PUC-SP foi eleita a melhor universidade privada do país pelo Guia da Faculdade (antigo Guia do Estudante), publicação do jornal O Estado de S.Paulo em parceria com a empresa Quero Educação. A instituição também é a única universidade privada do estado de São Paulo a figurar entre as 10 melhores do país no ranking internacional QS, da consultoria britânica Quacquarelli Symonds.

Para se inscrever basta acessar o site

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