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4 dicas para deixar o estudo para o Enem mais eficiente

O Orientador Educacional do Colégio Augusto Laranja, Marcos Lanner de Moura, separou dicas que podem trazer mais eficiência para o Enem.

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Professor de Química dá dicas importantes para a prova do Enem

Em geral, dezembro e janeiro são símbolos de férias e descanso para os estudantes. Entretanto, com o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), pelo Ministério da Educação (MEC), em função da pandemia da Covid-19 (e também dos principais vestibulares do País), o mês ganhou outra característica em 2020 para quem pretende alcançar um bom desempenho na prova: mais tempo para se preparar.

O que parece uma vantagem a princípio pode se tornar um pesadelo se não for bem planejado. Isso porque, com as festas de fim de ano se aproximando e o cansaço acumulado do ano letivo a armadilha da dispersão está montada! Para evitar a distração e aproveitar esta reta final com concentração e foco, o Orientador Educacional do Colégio Augusto Laranja, Marcos Lanner de Moura, separou quatro passos que podem trazer mais eficiência para o cronograma:

1. Invista em um autodiagnóstico de conhecimento

Apesar do adiamento representar um benefício em termos de tempo, ele é curto e precisa ser orientado para aquilo que ainda precisa de um reforço final. Esse tempo até a prova pode ser usado tanto para revisão como também para assentar conceitos importantes, além da prática e treino na resolução de questões.

Se há dúvidas por onde começar, a primeira dica é investir em fazer um diagnóstico do seu conhecimento. “A melhor ferramenta neste momento são os simulados das provas em questão – seja o ENEM ou os vestibulares desejados. E, como desafio, vale também usar um cronômetro para responder as questões nas mesmas condições oficiais para criar um ambiente bem próximo ao que será o real”, detalha o profissional.

Desta forma, será possível levantar uma série de percepções em relação aos seus pontos fortes e fracos, tanto em relação às áreas do conhecimento, quanto, por exemplo, em perceber se a interpretação de texto dos enunciados também é algo que dificulta o bom desempenho. “Esta etapa é como uma bússola que vai direcionar o que o estudante deve incluir na sua rotina de reforço”, completa ele.

A partir do que for possível identificar no diagnóstico realizado, Lanner orienta: “Procure tirar melhor proveito daqueles assuntos que você tem algum domínio revendo essa matéria, ao invés de buscar aprender assuntos totalmente novos.”

2. Organização do tempo

Após o diagnóstico é hora de aproveitar e fazer jus ao tempo disponível. Portanto, para que este período de estudo seja de fato eficaz é preciso saber se organizar.

Há diversas formas de fazer isso e uma delas é estabelecer períodos para as atividades e níveis de prioridade. Pergunte-se: quantos dias até a prova eu vou me dedicar aos estudos? Por quantas horas e a partir de qual horário? Quais são os intervalos que precisarei fazer? E é muito importante ser verdadeiro consigo mesmo!

O fato é que ninguém consegue atingir 100% de concentração em tempo integral ou por períodos prolongados no dia. O descanso é fundamental, assim como a alimentação, as atividades físicas e até mesmo a interação social – ainda que de forma remota.

Por isso, Lanner salienta: “Busque organizar suas sessões de estudos naqueles períodos em que rende melhor, dando preferência para quando estiver descansado mentalmente. Por exemplo, estudar de manhã, após uma boa noite de sono, será mais produtivo que à noite, depois de um dia cheio. Seja honesto com sigo ao estabelecer sua proposta de estudo, planejar sessões muito longas ou uma carga de estudos muito maior do que a que está habituado pode não só ser improdutivo como gerar frustração ou mesmo um bloqueio.” Além disso, o orientador ressalta que é essencial que as sessões de estudos estejam intercaladas por intervalos para descanso.

Outras duas regras de ouro: deixe esse planejamento à vista e de forma bastante visual,e atente-se ao uso de técnicas como a pomodoro (que busca intercalar sessões de concentração com pequenas pausas para descompressão, condicionando um ritmo de trabalho para o corpo)para se disciplinar.

3. Distribuição de tarefas e matérias

Agora, é só cruzar a lista de pontos de melhoria com o tempo disponível para o estudo. Elenque todos os tópicos levantados no primeiro passo da maior dificuldade para a de menor necessidade nesse momento. Entenda quanto tempo cada um desses passos deve levar. E inclua nos períodos destinados à prática diária ou semanal.

Para isso, o Orientador Educacional tem um aviso muito importante. “Tempo é um recurso finito. Ou seja, se o aluno diagnosticou que está muito distante de conseguir a excelência em geografia, e que precisa de pouco esforço para alcançá-la em interpretação de texto e matemática, invista em reforçar esses dois para garantir mais pontos no total da prova.”

4. Atenção a redação

A redação é uma parte da prova que tende a gerar insegurança em grande parte dos jovens. Afinal, a dissertação tem um valor muito significativo no processo de avaliação do exame. Treinar a habilidade da escrita nunca é demais.

Segundo a sugestão do Marcos Lanner, é interessante direcionar parte desse tempo de estudos da reta final para se dedicar à prática: seja a produção efetiva de textos a partir de uma meta (como elaborar três redações por semana); ao melhor entendimento da estrutura do texto; ou ainda, buscar conhecimento contemporâneo para aprimorar o repertório para os temas que podem ser exigidos.

“Escrever bem não se trata apenas de gramática, mas também de leitura, raciocínio lógico e bagagem de mundo. Acompanhar periódicos, entender o encadeamento de ideias e estar bem informado conta muito no momento de produzir o texto autoral”, finaliza Marcos Lanner de Moura.

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MEC estuda criação da primeira universidade federal digital do país

O Ministério da Educação (MEC) planeja criar uma universidade federal digital para, segundo o ministro Milton Ribeiro, ampliar o acesso dos estudantes de todo o país à rede pública federal de ensino.

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O Ministério da Educação (MEC) planeja criar uma universidade federal digital para, segundo o ministro Milton Ribeiro, ampliar o acesso dos estudantes de todo o país à rede pública federal de ensino.

“Queremos criar a primeira universidade federal digital no país e ampliar o acesso a todos”, disse o ministro ao participar, ontem (16), de audiência pública na Comissão de Educação do Senado.

Um documento preliminar do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, de maio deste ano, cita a avaliação de viabilidade da iniciativa entre as metas da Secretaria de Educação Superior (Sesu-MEC) para promover a educação à distância nas instituições federais de ensino superior por meio do programa Reuni Digital.

Hoje, no Senado, o ministro Milton Ribeiro disse que a iniciativa segue o modelo já implementado por outros países e respeita as diretrizes, metas e estratégias definidas no Plano Nacional de Educação (PNE). De acordo com o ministro, o uso das modernas tecnologias de informação podem baratear os custos do ensino de qualidade.

“É isso que temos visto em grandes países que estão desenvolvendo essa ferramenta. Vamos começar com alguns cursos e todos vão poder ter acesso, pois com 400, 500 professores, eu posso atingir a milhões de alunos no país todo, obedecendo às premissas do PNE”, disse o ministro.

O ministro lembrou que, nos últimos anos, o orçamento das universidades federais foi impactado pela crise econômica e, principalmente, pela pandemia da covid-19.

“Quando falamos em diminuição das verbas para as universidades federais, eu concordo plenamente. Vejo que, em um passado não tão distante, o orçamento do ensino federal era muito grande, muito maior do que o que temos hoje”, disse Ribeiro

“Vale dizer que vivemos tempo de guerra, de pandemia”, acrescentou o ministro, enfatizando que, na proposta orçamentária para 2022, o ministério pede ao Congresso Nacional que autorize um aumento de recursos para a pasta.

“A proposta que o Parlamento vai apreciar fala em um aumento mínimo de cerca de 17% para as universidades federais, e de 28% para os institutos federais. Por que isso? Porque temos 69 universidades federais com 281 campi. E 38 institutos, Cetecs [centros educacionais técnicos], além do Dom Pedro II. E esses, juntos, somam 670 campi. Então, além da visão política de dar mais oportunidade à [formação] de mão de obra técnica, o número de campi [do segundo grupo] é muito maior”, comentou Ribeiro.

Fonte: Agência Brasil

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10 dicas para ter um bom desempenho na redação do Enem

A pouco mais de dois meses para a aplicação do teste, redação ainda gera dúvidas e ansiedade. Professor do SAS Plataforma de Educação ajuda na preparação

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Como é atribuída a nota de redação no Enem?

A prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) será aplicada no dia 21 de novembro, para quem já está inscrito, e no dia 9 de janeiro de 2022, para isentos e ausentes no exame de 2020. Para auxiliar e tirar as dúvidas dos jovens que se preparam para essa importante etapa do Enem, o professor de Letras e coordenador de Integração Pedagógica do SAS, Vinícius Beltrão, lista algumas dicas para facilitar a produção do texto.

“A redação do Enem é temida por muitos estudantes, mas pode ser mais tranquila quando o vestibulando sabe como estruturar o texto. O tema é surpresa, mas o treino constante vai deixar o jovem mais confiante e preparado para abordar qualquer assunto. Entender o que os avaliadores esperam do texto, conhecendo detalhadamente o edital, é fundamental também”, explica o professor.

Veja abaixo 10 dicas para ter um bom desempenho na redação.

1.Ler os textos motivadores com atenção – “Esses textos servem para instrumentalizar o estudante, para situá-lo no contexto, na ideia a ser discutida. É importante refletir bastante com a leitura e, a partir disso, desenvolver seu raciocínio. Cuidado para não copiar ou parafrasear nenhum trecho, pois isso pode prejudicar na sua nota e, até mesmo, anulá-la.”

2. Ficar atento ao tema – “Fugir do tema é algo que pode acontecer sem que percebamos e é falha grave no Enem. Sabe aquela frase em negrito na proposta final? Para não esquecer sobre o que precisa discorrer, escreva-a no centro da sua redação, assim você estará ‘de olho’ o tempo todo e evitará tangenciar o tema. Não esqueça de apagar depois, ok?”

3. Conhecer o gênero cobrado na prova – “O gênero escolhido pelo Enem é o dissertativo-argumentativo. A tese deve ser estabelecida logo de início e desenvolvida a partir de fatos consistentes com uma proposta de intervenção ao final. Trazer qualquer outro gênero textual (crônica, poema, receita e outros) pode acarretar a anulação.”

4. Ter atenção ao tamanho da redação – “Poucas linhas ou muitas linhas? Depende do seu repertório e conhecimento do tema. Escrever menos de sete linhas é insuficiência de repertório, assim como ultrapassar as linhas estabelecidas, diminuir a letra no meio do caminho e outras peripécias também vão prejudicar. Procure organizar o seu texto em quatro ou cinco parágrafos: introdução/tese, dois ou três de argumentação/desenvolvimento e o último para a conclusão/proposta.”

5. Revisar as regras gramaticais – “Com certeza você demonstrou o seu conhecimento da norma culta ao longo de todo o exame, mas aqui você precisa ser impecável na escrita, isto é, atenção ao uso da pontuação, acentuação, grafia, concordância e termos adequados. Se precisar recorrer a alguma gíria ou termo incomum (estrangeirismo, por exemplo), destaque-o entre aspas para mostrar ciência e a intenção do uso. Não abuse, afinal 1/5 da sua nota depende disso.”

6. Organizar as ideias e argumentos que pretende apresentar – “A hora da organização é agora! Deixar as ideias claras e ordenadas é uma grande oportunidade para ter uma excelente nota. Lembre-se que cada parágrafo representa uma ideia e elas devem se relacionar entre si. É o que chamamos de coerência. Um exemplo fácil é o desenvolvimento: cada parágrafo deve trazer um fato, contexto ou ideia que sustente e justifique o seu posicionamento sobre o tema. Esgotou aquele argumento? O próximo deve vir em outro parágrafo.”

7. Estude a constituição brasileira – “Somos seres sociais vivendo numa sociedade cheia de desafios. Esse é o lema do Enem, um exame que provoca o estudante a pensar nos problemas e se posicionar criticamente diante deles. Assim, para não ser pego de surpresa, estude bastante a nossa constituição e os direitos humanos. Eles vão aparecer com recorrência nas questões e, na redação, sua posição e proposta de resolução da situação-problema devem ser pautadas nos princípios que os documentos propõem. Nada de discurso de ódio ou justificativas vazias.”

8. Lembre de propor uma solução ao problema indicado – “Concluir ou resolver? Resolver, sempre! Diferente de muitos vestibulares, a redação do Enem pede que você vá além da conclusão de ideias. Seu texto deve finalizar com uma proposta de intervenção, ou seja, o problema apresentado precisa de uma solução e não importa quanto tempo leve e/ou quantas pessoas envolva. Seja otimista ao enxergar solução para tudo, mas com cuidado para não propor algo utópico e impossível. É importante ser racional e consciente. A sugestão é responder a essas perguntas na hora de elaborar a proposta de intervenção: ‘o quê? quem? como? para quê?’. Não tem erro.”

9. Acompanhe o noticiário – “Pessoas que tem repertório tem o mundo nas mãos. A maravilha do nosso tempo é ter uma avalanche de informações na palma da mão a qualquer hora … e a preocupação é o que fazer com essas informações. Então, procure sempre se atualizar sobre tudo o que está ocorrendo, principalmente no Brasil. O tempo está corrido? Está difícil ler ou assistir a um telejornal? Hoje em dia temos podcasts e redes sociais com influenciadores e empresas que sintetizam as informações e facilitam o nosso corrido dia a dia. Cuidado na hora de selecionar quem vai seguir, pois alguns perfis podem trazer a informação já com algum juízo ou opinião disfarçados. Confie desconfiando e questione sempre!”

10. Deixe o título por último – “O título na redação do Enem é opcional, então você pode colocar na sua ou pode já iniciar seu texto. Se optar por usar título, saiba que ele conta como linha e, obviamente, deve representar sua redação. Vamos pensar nele como a embalagem de um presente. É interessante, chama a atenção, mas não é o principal. E tal como uma embalagem, já pensou como seria mais fácil pensar no título no final? Depois de escrever todo o texto ficará mais fácil enxergar um título adequado. Não sofra tentando escolher o título primeiro. Além de perder um tempo precioso, você pode se limitar no desenvolvimento do texto.”, conclui o coordenador do SAS.

Acompanhe aqui uma revisão gratuita para o Enem 2021.

Sobre o SAS Plataforma de Educação

SAS é uma Plataforma de Educação que, há quase duas décadas, oferece soluções educacionais de Excelência, de forma completa e integrada, para mais de 950 escolas parceiras em todo o Brasil. Entre suas mais diversas soluções, suas escolas parceiras contam com materiais didáticos atualizados, tecnologia educacional engajadora, avaliações digitais e presenciais com relatórios diagnósticos para professores e alunos, formação de corpo docente e equipe pedagógica e acompanhamento completo e personalizado por uma equipe de consultores pedagógicos.

Ao longo dos anos, as escolas SAS vêm acumulando excelentes resultados no ENEM, estando entre as escolas que mais evoluem no exame, segundo levantamento recente do Banco BTG Pactual. Além dos grandes resultados dos alunos SAS no ENEM e demais vestibulares, as soluções da plataforma auxiliam suas parceiras na conquista de seu maior objetivo: desenvolver cidadãos preparados para os desafios do mundo, por meio de uma formação integral, completa e de qualidade.

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Projeto de Lei quer proibir taxas diferentes por curso no vestibular

Entenda a proposta do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)

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Aprovado em caráter terminativo, o PL 1.945/2019 segue para a análise da Câmara dos Deputados Roque de Sá/Agência Senado Fonte: Agência Senado

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (14) um projeto de lei (PL 1.945/2019) que proíbe a cobrança de taxas distintas por curso nos vestibulares e demais processos seletivos para acesso à graduação. O texto segue para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação no Plenário do Senado.

A proposta do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394, de 1996). A norma em vigor permite a diferenciação de valor quando houver necessidade de prova de habilidade específica (em cursos como arquitetura e desenho industrial, por exemplo).

O relator na CAE, senador Confúcio Moura (MDB-RO), defendeu a aprovação do projeto. Para ele, a mudança vai impedir que ocorram abusos na cobrança da taxa pela inscrição em processos seletivos. Segundo Confúcio, a medida vai assegurar “o respeito ao princípio constitucional da igualdade de condições de acesso à educação”.

O projeto foi aprovado pela Comissão de Educação (CE) em 2019. Veneziano Vital do Rêgo criticou a cobrança de taxas diferenciadas nos vestibulares de cursos mais concorridos adotada por algumas instituições de ensino superior, sobretudo do setor privado. “A cobrança de taxas de inscrição mais elevadas para os processos seletivos dos cursos de medicina acaba por funcionar como uma barreira à participação de candidatos de baixa renda a uma profissão de elevado prestígio social”, disse.

Fonte: Agência Senado

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